{"id":60,"date":"2009-05-04T22:09:15","date_gmt":"2009-05-05T01:09:15","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.sarmento.eng.br\/2009\/05\/10\/historico-do-dx-clube-paulista-e-dx-clube-do-brasil\/"},"modified":"2009-09-26T09:49:21","modified_gmt":"2009-09-26T12:49:21","slug":"historico-do-dx-clube-paulista-e-dx-clube-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/?p=60","title":{"rendered":"Hist\u00f3rico do DX Clube Paulista e DX Clube do Brasil"},"content":{"rendered":"<p><strong>Samuel C\u00e1ssio Martins<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ondascurtas.com\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.sarmento.eng.br\/Figuras\/logodxcb_menor.gif\" alt=\"DX Clube do Brasil\" \/><\/a><\/p>\n<p>O DXCP teve como inspirador o extinto DX Clube do Brasil, o qual conheci em 1977 ao entrar em contato com seu coordenador Luiz Roberto de Medina da cidade de Recife-PE. Atrav\u00e9s do antigo DXCB pude tomar contato com o dexismo s\u00e9rio e conhecer expoentes do dexismo brasileiro como: Robert Veltmeijer, Cl\u00e1udio R. de Moraes, S\u00e9rgio D. Partamian, Ant\u00f4nio Ribeiro da Motta, Roberto Levinstein, Rogildo F.Arag\u00e3o, Gilberto Santos, Emmanuel Tavares entre outros. <\/p>\n<p>O DXCB antigo acabou abruptamente em 1978, seu coordenador desapareceu sem deixar not\u00edcias. Seu boletim Comunica\u00e7\u00e3o DX, foi tamb\u00e9m o inspirador dos primeiros boletins do DXCP. Antes de seu encerramento, o DXCB atrav\u00e9s de Robert Veltrneijer organizou o primeiro encontro de dexistas brasileiros na semana santa do ano d.e 1978 no Largo do Arouche em S\u00e3o Paulo. .<\/p>\n<p>Um pouco antes do encerramento do DXCB, apareceu no Rio Grande do Sul o DX Clube de Porto Alegre organizado por Alencar Aldo Fossa.  Alencar era tamb\u00e9m membro do DXCB e dai acabou resultando um fato constrangedor.<\/p>\n<p>Aconteceu no finalzinho de 1977, quando Alencar al\u00e9m de comunicar a funda\u00e7\u00e3o do DXCPOA se ofereceu tamb\u00e9m para coordenar o pr\u00f3prio DXCB. Ele manteria os dois Clubes em separado, com quadros associativos tamb\u00e9m independentes. Este fato causou muita pol\u00eamica e certa antipatia do DXCB pelo Alencar Aldo Foss\u00e1. Esta id\u00e9ia n\u00e3o foi \u00e0 frente, mas serviu para come\u00e7ar o enfraquecimento do DXCB e a breve vida do DXCPOA. Este durou dois anos. Seu boletim contava com poucos loggings, muita mat\u00e9ria dedicada \u00e0s emissoras internacionais, alguns artigos did\u00e1ticos do dexismo e algum material t\u00e9cnico. Apesar de ter o seu valor, n\u00e3o era o tipo de boletim que entusiasmasse. <\/p>\n<p>Outro Clube que existia naquela \u00e9poca e que ainda existe, com outro nome e algumas interrup\u00e7\u00f5es, era o DX Clube do Par\u00e1, coordenado pelo Djaci Franklin de Bel\u00e9m-PA. Ainda que um boletim irregular como tamb\u00e9m tivesse os outros dois Clubes atados, era um boletim com muitos loggings e assuntos muito t\u00e9cnicos. Foi neste meio que me desenvolvi no dexismo e de onde, um pouco mais tarde, viriam surgir \u00e0s id\u00e9ias para a cria\u00e7\u00e3o do DX Clube Paulista.<\/p>\n<p>No ano de 1980 n\u00e3o existia nenhuma organiza\u00e7\u00e3o dexista no Brasil, as informa\u00e7\u00f5es eram conseguidas atrav\u00e9s do WRTH, programas DX das diversas emissoras internacionais, boletins de clubes estrangeiros. Talvez a \u00fanica manifesta\u00e7\u00e3o de liga\u00e7\u00e3o entre os dexistas brasileiros era feita por Robert Veltmeijer. Ele chegou a editar alguns n\u00fameros de uma circular dexista com loggings e not\u00edcias, foi acompanhado por um momento por Emmanuel Tavares Filho, dexista de destaque do Rio de Janeiro.  <\/p>\n<p>Robert tamb\u00e9m encontrava os amigos em sua resid\u00eancia, enviava suas informa\u00e7\u00f5es por carta aos dexistas brasileiros, participou tamb\u00e9m da organiza\u00e7\u00e3o do Encontro de dexistas brasileiros e argentinos realizado em Foz do Igua\u00e7u no ano de 1979, Robert sempre esteve em contato, sendo por si mesmo um elo entre os dexistas brasileiros. <\/p>\n<p>Algo que nunca compreendi perfeitamente, foi o fato de que existindo tantos bons dexistas naquele final dos anos 70 e in\u00edcio dos 80, nada foi organizado em termos associativos ap\u00f3s o t\u00e9rmino ou paralisa\u00e7\u00e3o das tr\u00eas maiores organiza\u00e7\u00f5es Dexistas do Brasil at\u00e9 aquele momento, DXCB, DXCPOA, DXC do Par\u00e1, sobretudo o DXCB que reunia excelentes dexistas em grande quantidade.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca n\u00e3o conhecia qualquer outro dexista aqui em S\u00e3o Carlos, as coisas eram distantes naqueles tempos. Participei muito de programas de cartas das emissoras internacionais e de listas de correspondentes que estas emissoras mantinham. Eram muitos os contatos com pessoas de outras localidades atrav\u00e9s de correspond\u00eancia, no entanto, poucos eram dexistas. <\/p>\n<p>Em meados de 1981 estava eu certo dia no telhado de casa mexendo com antenas, quando minha m\u00e3e me chamou dizendo que havia um rapaz me procurando. Era o M\u00e1rcio R. F. Bertoldi, muito jovem, tinha quinze anos, na \u00e9poca eu estava com vinte e um. O M\u00e1rcio se apresentou como ouvinte de ondas curtas e dexista, disse que conseguira meu endere\u00e7o atrav\u00e9s de uma lista da R\u00e1dio Nederland. <\/p>\n<p>Logicamente nossa amizade foi formada rapidamente e muitas informa\u00e7\u00f5es trocadas. Passei ao M\u00e1rcio todo aquele breve hist\u00f3rico dos clubes DX no Brasil e coment\u00e1vamos cada vez mais da necessidade urgente de uma nova organiza\u00e7\u00e3o dexista em nosso pa\u00eds, mas antes de tudo este clube teria que ser realmente ativo, ter um boletim regular que cumprisse um esquema de datas, promover uma participa\u00e7\u00e3o maior de todos os seus membros e dedicado ao dexismo mais t\u00e9cnico. Fomos desenvolvendo esta id\u00e9ia e resolvemos por criar este clube. <\/p>\n<p>O DXCP surgiu em Outubro de 1981, a data oficial de sua funda\u00e7\u00e3o \u00e9 17de Outubro. Esta foi a data em que o primeiro Atividade DX foi realizado. Contava com um editorial de apresenta\u00e7\u00e3o e objetivos, loggings, not\u00edcias, alguns artigos &#8220;demo\u201d e o convite para ades\u00f5es com a promessa do segundo boletim para Dezembro de 1981. Este realmente saiu naquele m\u00eas e ainda n\u00e3o parou.<\/p>\n<p>Quando o primeiro boletim Atividade DX foi editado, o DXCP n\u00e3o tinha qualquer divulga\u00e7\u00e3o anterior, sab\u00edamos que as organiza\u00e7\u00f5es que existiram anteriormente haviam sido muito irregulares, portanto come\u00e7amos com cautela. Depois de pronto o primeiro Atividade DX, preparamos uma lista de encaminhamento.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca possu\u00edamos muitos correspondentes, amigos feitos nos programas de cartas das diversas emissoras internacionais.  Lembro-me de selecionarmos alguns que possu\u00edam um maior interesse para o dxismo e enviamos a estes, bem como a algumas emissoras internacionais. O resultado foi animador pois muitos nos responderam, nos parabenizando pela cria\u00e7\u00e3o do DX CLUBE PAULISTA, al\u00e9m de se colocarem \u00e0 nossa disposi\u00e7\u00e3o para uma maior colabora\u00e7\u00e3o. Destaco neste primeir\u00edssimo momento as participa\u00e7\u00f5es do, colegas Ricardo Andr\u00e9 Becker e Carlos Roberto Godinho que nos ajudaram bastante, sendo eles, os dois primeiros colaboradores do DXCP fora de S\u00e3o Carlos. Deixamos para um pouco depois o convite de ades\u00e3o aos dexistas brasileiros mais experientes, algo que viria ser muit\u00edssimo importante e fator de consolida\u00e7\u00e3o do DXCP.<\/p>\n<p>O nome DX Clube Paulista foi um derivado daquele momento. Tivemos o DX Clube do Brasil, um nome importante. Com o seu fechamento, outros clubes da \u00e9poca possu\u00edam nomes regionais, este tamb\u00e9m foi o nosso caso, (e nisto havia sim um sentimento regional em um primeiro momento, mas como mostra a primeira lista de membros, desde o in\u00edcio o DXCP contou com pessoas de todo o Brasil).<\/p>\n<p>Logo no inicio de 1982 escrevemos a muitos dos ex-membros do antigo DXCB. Dexistas como Ant\u00f4nio Ribeiro da Motta, S\u00e9rgio D. Partamian, Rogildo F.Arag\u00e3o, Emannuel Tav\u00e1res, Gilberto Santos, Cl\u00e1udio Rotolo de Moraes, Robert Veltmeijer se juntaram a n\u00f3s. <\/p>\n<p>Dexistas na acep\u00e7\u00e3o da palavra contribu\u00edram em muito para a consolida\u00e7\u00e3o do DXCP. Apesar da falta de equipamentos mais sofisticados no dexismo brasileiro daquela \u00e9poca, o n\u00edvel de escutas era muito alto, este pessoal ao lado de tantos outros que se juntaram a n\u00f3s atingiram perfeitamente os objetivos propostos pelo DXCP. Ant\u00f4nio Ribeiro da Motta al\u00e9m das muitas formas de colaborar com o Atividade DX \u00e9 considerado por n\u00f3s como sendo o terceiro fundador do clube. Seu trabalho de divulga\u00e7\u00e3o do novo clube foi incans\u00e1vel, o &#8220;Moita&#8221;, (como ele era chamado), tinha acesso a diversos clubes importantes do exterior, ao WRTH, diversas emissoras internacionais e com v\u00e1rios importantes dexistas brasileiros. Foi ele quem colocou o nome do DX Clube Paulista no WRTH na \u00e9poca chamado de \u201cA B\u00edblia dos dexistas&#8221;. <\/p>\n<p>Hoje talvez este ato pare\u00e7a corriqueiro, mas tinha certo grau de dificuldade naqueles tempos. Isto nos abriu muitos contatos com dexistas, clubes estrangeiros e o nome do DX Clube Paulista se difundiu mundo afora (literalmente). Ant\u00f4nio Ribeiro da Motta foi editor at\u00e9 1989 encerrando sua participa\u00e7\u00e3o na coluna Matutando, embri\u00e3o da atual coluna R\u00e1dio Contato. Ele tamb\u00e9m foi um grande incentivador dos encontros dexistas, teve participa\u00e7\u00e3o fundamental nos dois maiores encontros da d\u00e9cada de oitenta e que ainda figuram entre os maiores realizados at\u00e9 hoje, o encontro de 19B7 em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, onde organizou praticamente sozinho em nome do DX Clube Paulista e do Globo DX, encontro este com a participa\u00e7\u00e3o aproximada de 40 pessoas, inclusive com uma &#8220;estrela&#8221; das ondas curtas na \u00e9poca, a jornalista e locutora Maria Costa Pinto do Servi\u00e7o Brasileiro da BBC de Londres.<\/p>\n<p>Em 1988 foi realizado o primeiro ENBRADEX, Encontro Brasileiro de dexistas, realizado em Aparecida-<br \/>\nSP. Este encontro contou com o grande incentivo de Robert Veltmeijer que tinha grande interesse na uni\u00e3o entre o DXCP e o Globo DX. Vale lembrar que estes encontros aconteceram em uma \u00e9poca em que os servi\u00e7os internacionais em portugu\u00eas ainda tinham muito interesse pelo Brasil. Entrevistas eram gravadas ao vivo 1 e transmitidas alguns dias depois como a BBC, ou ent\u00e3o por telefone e levadas ao a&#8217;r no mesmo dia como fazia a VOA atrav\u00e9s do jornalista e locutor Ricardo Andr\u00e9. Este foi um dos grandes incentivadores do Dexismo no r\u00e1dio internacional, conduziu o programa Onda Curta na R\u00e1dio RSA da \u00c1frica do Sul e na VOA dos Estados Unidos, deu um apoio muito grande aos clubes dexistas brasileiros. <\/p>\n<p>O DXCP colaborava freq\u00fcentemente com o Ricardo Andr\u00e9, sendo que quando de sua passagem pela R\u00e1dio RSA, chegamos a produzir programas gravados em fita cassete levados ao ar em Onda Curta pela emissora sul-africana. Outros programas Dexistas nos quais tivemos freq\u00fcentes participa\u00e7\u00f5es foram: Radio Enlace (R. Nederland), O Mundo das Comunica\u00e7\u00f5es (R. Nederland), Editor DX (R\u00e1dio Su\u00e9cia), os programas DX da R\u00e1dio \u00c1ustria, Exterior de Espanha, BBC de Londres, etc.<\/p>\n<p>Voltando aos Encontros realizados pelo DXCP e o Globo DX, estes foram tr\u00eas, o primeiro realizado em 1985 na casa de Robert Veltrneijer em S\u00e3o Paulo. Tivemos por tr\u00eas anos um bom relacionamento e uma co-participa\u00e7\u00e3o em eventos e interesses. No entanto, ap\u00f3s o Encontro de Aparecida, as diferen\u00e7as entre os dois clubes acabaram sobrepondo-se aos esfor\u00e7os em conjunto, alguns entreveros pessoais entre, membros dos dois clubes acabaram causando rompimento entre as duas associa\u00e7\u00f5es. At\u00e9 emissoras internacionais como a BBC se aproveitaram desta situa\u00e7\u00e3o, o Programa Freq\u00fc\u00eancia DX do servi\u00e7o brasileiro tentou alimentar uma pol\u00eamica no ar. Eu mesmo escrevi \u00e0 BBC pedindo para que este fato n\u00e3o fosse tema de intrigas. pedi tamb\u00e9m para n\u00e3o levarem este assunto adiante. <\/p>\n<p>O Globo DX continuou com o ENBRADEX por mais alguns anos, o DXCP retomou aos seus encontros informais: O clima era de tens\u00e3o ,em 1969, tanto o DXCP como o Globo DX realizaram seus encontros no mesmo dia, 15 de Julho, em S\u00e3o Paulo. O tempo foi o melhor rem\u00e9dio, muitos atuantes do Globo DX, pessoas moderadas como Cassiano Alves Macedo, Jos\u00e9 Moura, entre outros, est\u00e3o hoje no DXCLUBE DO BRASIL.<\/p>\n<p>Por seis anos o boletim Atividade DX foi bimestral. Existem algumas justificativas para que isto assim fosse. N\u00e3o existiam tantas facilidades para se obter informa\u00e7\u00f5es, equipe editorial muito pequena e custos incertos. Passamos por momentos dif\u00edceis, pois convivemos com infla\u00e7\u00e3o muito alta por muitos anos. Era uma dificuldade estipular um valor de&#8217; assinatura. Lembro-me que come\u00e7amos com anuidade e \u00e0 medida que a infla\u00e7\u00e3o foi subindo nos anos 60, passamos \u00e0 semestralidade, trimestralidade, at\u00e9 bimestralidade existiu. <\/p>\n<p>Apesar de a infla\u00e7\u00e3o continuar, (era um inibidor), em Janeiro de 1987 quando o boletim passou a ser mensal, o DXCP tinha crescido bastante, o pr\u00f3prio dexismo se desenvolvera mais no Brasil e precis\u00e1vamos ter um boletim mensal, esfor\u00e7os foram feitos, mais colaboradores presentes e as coisas se ajeitaram nesta nova situa\u00e7\u00e3o. Algo que ainda restou dos tempos do boletim bimestral foi a equipe editorial pequena, diferentemente dos dias de hoje, t\u00ednhamos um olhar mais centralizado, mas tamb\u00e9m a disponibilidade de pessoal era menor. Algo que foge da l\u00f3gica era o fato de eu e o M\u00e1rcio termos como meta que o boletim &#8220;sa\u00edsse Atividade DX 15 de qualquer jeito&#8221;, ou seja, mesmo sem dinheiro ou sem editores o boletim tinha que ser editado. Era algo inconsciente, n\u00e3o t\u00ednhamos a inten\u00e7\u00e3o de acabar com o clube.<\/p>\n<p>O primeiro logotipo do DX Clube Paulista foi criado por uma pessoa sem nenhum v\u00ednculo com o Dexismo, um amigo de S\u00e3o Carlos chamado Orlando Paulo: Mas o desenho que realmente pegou foi criado por Rogilo Fontenelle Arag\u00e3o em 1984. Rogildo teve uma participa\u00e7\u00e3o inconstante na primeira fase de nosso clube, morando por um longo tempo na Bol\u00edvia, nem sempre pode manter o contato, mas ainda assim foi um grande colaborador de nosso boletim. Rogildo editava tamb\u00e9m o informativo BOLPEBRA DX, um informativo sobre emissoras da Bol\u00edvia, Peru e Brasil. Com seu retorno em 1989 ao Brasil, Rogildo foi de grande import\u00e2ncia na nova fase que se iniciou em S\u00e3o Bernardo do Campo.<\/p>\n<p>Outro grande incentivador do DXCP foi S\u00e9rgio D. Partamian. Ele sempre teve um car\u00e1ter ponderado, participando muito como um conselheiro, al\u00e9m de excelente dexista e editor por muito tempo da coluna Onda M\u00e9dia. S\u00e9rgio sempre esteve presente nos Encontros, reuni\u00f5es preparat\u00f3rias ou informais. \u00c9 um dos principais nomes do DXCP (B) em todos estes anos. Grandes colaboradores de escutas e informa\u00e7\u00f5es, recordistas certamente de participa\u00e7\u00f5es nos boletins, foram Cl\u00e1udio Rotolo de Moraes e Gilberto Santos.<\/p>\n<p>Grandes escutas estes dois nos informavam. Cl\u00e1udio est\u00e1 conosco ainda hoje e continua colaborando. De maneira super informal, Cl\u00e1udio sempre nos brindou com escutas muito interessantes, inclusive suas fant\u00e1sticas escutas de FM, algumas a 5000 km de dist\u00e2ncia. Gilberto faleceu em 1993, foi ele um colaborador constante, al\u00e9m das escutas, traduzia artigos e participou de muitos encontros.<\/p>\n<p>Outros colaboradores e editores de nosso boletim nos primeiros cinco anos foram Jonas Abbud de Jundia\u00ed-SP e o Raimundo L Bezerra com r\u00e1pida passagem e tamb\u00e9m Ren\u00ea Gustavo Passold, at\u00e9 hoje junto conosco e que desde 1983 vem colaborando com nossos boletins, encontros e atualmente vem sendo muito \u00fatil aos dexistas brasileiros por desenvolver a antena RGP3 para ondas m\u00e9dias, entre outros projetos. Tamb\u00e9m um grande colaborador de hoje que esteve com o DXCP na d\u00e9cada de 80 \u00e9 o amigo C\u00e9lio Romais de Porto Alegre, RS.<\/p>\n<p>A segunda metade do DXCP em S\u00e3o Carlos nos brindou com uma segunda gera\u00e7\u00e3o de excelentes dexistas e \u00f3timos colaboradores. V\u00e1lter Aguiar apareceu em 1985. Al\u00e9m de sua voca\u00e7\u00e3o narrativa, editou uma das melhores fases do Panorama DX em nosso boletim. Valter tamb\u00e9m fazia a Retrospectiva Anual DX al\u00e9m de participar ativamente dos encontros realizados. <\/p>\n<p>Em1986 apareceu Felipe C. Flosi do Rio de Janeiro. Ele sempre tinha escutas interessantes, al\u00e9m de colaborar com muito material did\u00e1tico, tradu\u00e7\u00e3o de textos, coment\u00e1rios t\u00e9cnicos, e Carlos Felipe teve um contato muito estreito conosco; inclusive tendo vindo a S\u00e3o Carlos, algo raro, al\u00e9m dele, apenas o Motta e o Raimundo Bezerra tinham estado em S\u00e3o Carlos naqueles anos. <\/p>\n<p>O Felipe Flosi \u00e9 apaixonado pelos r\u00e1dios Collins. Logo ap\u00f3s foi a vez do DX Clube do Brasil de Rudolf Walter Grimm que editou brilhantemente a coluna QSL por um razo\u00e1vel per\u00edodo. Hoje ele continua apaixonado pelas confirma\u00e7\u00f5es. Com a coordena\u00e7\u00e3o do DXCP indo para S\u00e3o Bernardo do Campo, Rudolf estreitou em muito sua rela\u00e7\u00e3o com o DXCP, \u00e9 um dos respons\u00e1veis por nosso clube chegar t\u00e3o longe. No final da d\u00e9cada de 80 duas figuras muito importante estavam conosco, o futuro do DXCP estava garantido. <\/p>\n<p>Marcelo Toniolo dos Anjos e Carlos Felipe da Silva, os dois dexistas que alguns anos depois iriam assumir o DXCP lan\u00e7ando-o em um novo e glorioso per\u00edodo. O Marcelo j\u00e1 havia sido membro do clube logo em seu inicio estando entre os vinte primeiros s\u00f3cios do DXCP, mas se afastando pouco tempo depois. Marcelo foi a pessoa que iniciou um grande trabalho em prol do Dexismo utilit\u00e1rio, lan\u00e7ou tamb\u00e9m o Manual do Dxismo Utilit\u00e1rio. Carlos Felipe, ainda bastante jovem, assumiu a coluna QSL logo ap\u00f3s o Rudolf deix\u00e1-la. Carlos tamb\u00e9m escrevia artigos e era um colaborador constante, seu esp\u00edrito empreendedor j\u00e1 se fazia sentir, o futuro voc\u00eas j\u00e1 conhecem. Apesar de todos estes esfor\u00e7os, certo cansa\u00e7o se abatia aqui por S\u00e3o Carlos.<\/p>\n<p>O in\u00edcio dos anos noventa foram os piores da primeira fase do DXCP, o n\u00edvel do boletim caiu muito, tanto em conte\u00fado quanto em sua parte gr\u00e1fica, por culpa exclusiva nossa de S\u00e3o Carlos. O n\u00famero de s\u00f3cios estagnou nenhuma atividade al\u00e9m da rotineira. Parecia que o fim estava pr\u00f3ximo. Ainda que nem sempre de forma constante, eu e o M\u00e1rcio estivemos a frente do DX Clube Paulista durante 12 anos. Nem sempre constante, pois houve momentos em que um ou outro esteve praticamente sozinho na condu\u00e7\u00e3o do clube.<\/p>\n<p>Fomos editores de praticamente todas as colunas, os boletim eram feitos &#8216;manualmente&#8217;, ou seja, loggings, por exemplo, colocados em ordem, um a um, com um monte de papel \u00e0 volta, s\u00f3 para dizer uma das dificuldades. <\/p>\n<p>Para se conseguir not\u00edcias na falta de colabora\u00e7\u00f5es, muitas vezes tinha-se que ouvir o pr\u00f3prio r\u00e1dio. Toda a comunica\u00e7\u00e3o era feita por carta, longos per\u00edodos na expectativa de respostas e na espera de material. Tudo isso era muito cansativo passado tantos anos. Foi quando em meados de 1992, Carlos Felipe come\u00e7ou os planos para coordenar o futuro do DXCB a partir de janeiro de 1993, o boletim Atividade DX passou a ser editado em S\u00e3o Bernardo do Campo. <\/p>\n<p>Essa j\u00e1 \u00e9 outra hist\u00f3ria que contaremos no futuro.<\/p>\n<p>DX CLUBE PAULISTA<br \/>\n&#8230; 17 ANOS<\/p>\n<p><code><br \/>\n<script type=\"text\/javascript\">\nvar gaJsHost = ((\"https:\" == document.location.protocol) ? \"https:\/\/ssl.\" : \"http:\/\/www.\");\ndocument.write(unescape(\"%3Cscript src='\" + gaJsHost + \"google-analytics.com\/ga.js' type='text\/javascript'%3E%3C\/script%3E\"));\n<\/script><\/p>\n<p><script type=\"text\/javascript\">\ntry {var pageTracker = _gat._getTracker(\"UA-7192117-1\");\npageTracker._trackPageview();\n} catch(err) {};\n<\/script><br \/>\n<\/code><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Samuel C\u00e1ssio Martins O DXCP teve como inspirador o extinto DX Clube do Brasil, o qual conheci em 1977 ao entrar em contato com seu coordenador Luiz Roberto de Medina da cidade de Recife-PE. 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