{"id":2150,"date":"2025-11-17T17:40:09","date_gmt":"2025-11-17T20:40:09","guid":{"rendered":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/?p=2150"},"modified":"2025-11-17T18:06:30","modified_gmt":"2025-11-17T21:06:30","slug":"ciclo-solar-25-propagacao-das-ondas-curtas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/?p=2150","title":{"rendered":"CICLO SOLAR 25 &#8211; Condi\u00e7\u00f5es Atuais da Propaga\u00e7\u00e3o das Ondas de R\u00e1dio"},"content":{"rendered":"<p>O atual ciclo solar &#8211; 25 &#8211; est\u00e1 bastante at\u00edtipico conforme estudos e observa\u00e7\u00f5es de cientistas ao redor do globo, como o NOAA (Marinha Americana), ESA (Ag\u00eancia Europ\u00e9ia), IPS (Austr\u00e1lia) e outros centros de pesquisa.<\/p>\n<p>E naturalmente, as condi\u00e7\u00f5es de propaga\u00e7\u00e3o das ondas eletromagn\u00e9ticas, s\u00e3o afetadas diretamente por estes fen\u00f4menos solares.<\/p>\n<p>Assim, segue abaixo um resumo de conceitos de propaga\u00e7\u00e3o das ondas de r\u00e1dio, e mais especificamente focado em Ondas Curtas.<\/p>\n<p><center><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.hamqsl.com\/solar.html\" title=\"Click to add Solar-Terrestrial Data to your website!\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hamqsl.com\/solarsun.php\"\/><\/a><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p><strong>1. Vis\u00e3o geral da propaga\u00e7\u00e3o em ondas curtas (HF)<\/strong><\/p>\n<p>A faixa de ondas curtas corresponde aproximadamente de 3 a 30 MHz. O diferencial dessa faixa \u00e9 a possibilidade de comunica\u00e7\u00f5es a longa dist\u00e2ncia via reflex\u00e3o\/refrata\u00e7\u00e3o na ionosfera, permitindo m\u00faltiplos \u201csaltos\u201d entre a Terra e as camadas ionizadas.<\/p>\n<p>A ionosfera \u00e9 estruturada em regi\u00f5es aproximadamente assim:<\/p>\n<p>D: ~50\u201390 km \u2013 praticamente n\u00e3o reflete HF; atua principalmente como camada de absor\u00e7\u00e3o, sobretudo abaixo de ~10 MHz em hor\u00e1rio diurno.<\/p>\n<p>E: ~90\u2013140 km \u2013 pode refletir HF em frequ\u00eancias mais baixas, importante para comunica\u00e7\u00f5es regionais (curto\/m\u00e9dio alcance).<\/p>\n<p>F1: ~140\u2013210 km \u2013 aparece principalmente em hor\u00e1rio diurno, em condi\u00e7\u00f5es de maior ioniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>F2: &gt;210 km (at\u00e9 350\u2013400 km ou mais) \u2013 \u00e9 a camada mais relevante para DX em HF, presente 24 h, respons\u00e1vel pelos maiores alcances e pelas maiores frequ\u00eancias utiliz\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u00c0 noite, a ioniza\u00e7\u00e3o diminui fortemente na D e na E; F1 e F2 tendem a se fundir em uma \u00fanica camada F, mais baixa e menos ionizada, o que altera as frequ\u00eancias m\u00e1ximas utiliz\u00e1veis, mas reduz a absor\u00e7\u00e3o em baixas frequ\u00eancias, beneficiando, por exemplo, 80 e 160 m.<\/p>\n<p><strong>2. Conceitos chave: MUF, LUF, OWF e dist\u00e2ncia de salto<\/strong><\/p>\n<p>Tr\u00eas par\u00e2metros s\u00e3o cr\u00edticos para quem trabalha com HF:<\/p>\n<p>Frequ\u00eancia cr\u00edtica de uma camada (foE, foF2 etc.): \u00e9 a frequ\u00eancia m\u00e1xima que \u00e9 refletida em incid\u00eancia quase vertical por aquela camada.<\/p>\n<p>MUF (Maximum Usable Frequency): maior frequ\u00eancia em que \u00e9 poss\u00edvel estabelecer comunica\u00e7\u00e3o entre dois pontos via ionosfera, para um determinado percurso e hor\u00e1rio. A MUF depende de:<\/p>\n<p>frequ\u00eancia cr\u00edtica da camada (especialmente a F2),<br \/>\n\u00e2ngulo de incid\u00eancia (portanto, dist\u00e2ncia do salto),<br \/>\ngeometria do circuito.<\/p>\n<p>LUF (Lowest Usable Frequency): menor frequ\u00eancia que ainda permite comunica\u00e7\u00e3o com SNR aceit\u00e1vel, limitada principalmente pela absor\u00e7\u00e3o na D e pelo ru\u00eddo atmosf\u00e9rico\/man-made. Em momentos de forte ioniza\u00e7\u00e3o da D (alto fluxo solar, flare, alta latitude durante tempestade geomagn\u00e9tica), a LUF sobe e \u201cengole\u201d bandas mais baixas.<\/p>\n<p>Entre LUF e MUF, costuma-se trabalhar pr\u00f3xima da OWF (Optimum Working Frequency), em geral algo como 0,85\u20130,9 da MUF, onde se obt\u00e9m melhor compromisso entre intensidade de sinal, estabilidade e probabilidade de propaga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro conceito fundamental \u00e9 a dist\u00e2ncia de salto:<\/p>\n<p>Para um dado \u00e2ngulo de irradia\u00e7\u00e3o e altura virtual da camada F2, h\u00e1 uma dist\u00e2ncia m\u00ednima entre transmissor e primeiro ponto em que o feixe retorna \u00e0 Terra.<\/p>\n<p>Entre o fim da cobertura da onda de superf\u00edcie e o primeiro retorno da onda ionosf\u00e9rica existe a zona de sil\u00eancio, sem cobertura HF confi\u00e1vel se n\u00e3o houver outras rotas (multisaltos, espalhamento, etc.). <\/p>\n<p><strong>3. Modelos e predi\u00e7\u00e3o de propaga\u00e7\u00e3o em HF<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, o planejamento s\u00e9rio de circuitos em HF usa modelos padronizados, em especial:<\/p>\n<p>Recomenda\u00e7\u00e3o ITU-R P.533 \u2013 m\u00e9todo oficial da UIT para previs\u00e3o de desempenho de circuitos HF, incluindo:<\/p>\n<p>sele\u00e7\u00e3o de frequ\u00eancias dispon\u00edveis,<br \/>\nn\u00edveis de sinal previstos,<br \/>\nconfiabilidade estat\u00edstica,<br \/>\ndispers\u00e3o em tempo\/frequ\u00eancia da ionosfera.<\/p>\n<p>Modelos de ionosfera:<\/p>\n<p>IRI (International Reference Ionosphere) \u2013 modelo emp\u00edrico de perfis de densidade eletr\u00f4nica; base para muitos c\u00f3digos de previs\u00e3o.<\/p>\n<p>Extens\u00f5es espec\u00edficas para regi\u00f5es polares, aurorais e sub-aurorais, devido \u00e0 forte irregularidade e absor\u00e7\u00e3o nessas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Esses modelos consomem como entrada:<\/p>\n<p>N\u00famero de manchas solares (Sunspot Number, R)<br \/>\nFluxo solar F10,7 cm<br \/>\n\u00cdndices geomagn\u00e9ticos (Kp, Ap, Dst)<\/p>\n<p>e produzem MUFs, LUFs e probabilidades de propaga\u00e7\u00e3o ao longo do dia\/ano.<\/p>\n<p>Ferramentas operacionais amplamente usadas:<\/p>\n<p>VOACAP\/ICEPAC\/REC-533 \u2013 implementa\u00e7\u00f5es de P.533 com interface gr\u00e1fica para planejamento de links e broadcasting.<\/p>\n<p>Mapas de MUF em tempo quase real baseados em ionossondas e GPS TEC (Total Electron Content), oferecidos por ag\u00eancias meteorol\u00f3gicas espaciais (NOAA, Bureau of Meteorology da Austr\u00e1lia, etc.).<\/p>\n<p><strong>4. Estado atual do Ciclo Solar 25 (novembro de 2025)<\/strong><\/p>\n<p>O Ciclo Solar 25 come\u00e7ou oficialmente em dezembro de 2019 e deve se estender at\u00e9 por volta de 2030.<\/p>\n<p>Previs\u00f5es iniciais (2019) indicavam um ciclo relativamente fraco, com m\u00e1ximo de manchas solares suavizadas em torno de 115. A atualiza\u00e7\u00e3o de 2023\u20132024 mostrou que a realidade superou as expectativas: o m\u00e1ximo efetivo ficou bem acima das previs\u00f5es, com pico suavizado em torno de ~160 em 2024.<\/p>\n<p><em>Pontos chave:<\/em><\/p>\n<p>Pico de atividade:<\/p>\n<p>O smoothed sunspot number atingiu seu m\u00e1ximo por volta de outubro de 2024, com valores pontuais di\u00e1rios de manchas ultrapassando 200.<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o em novembro de 2025:<\/p>\n<p>O ciclo est\u00e1 ainda em patamar elevado, em fase de plat\u00f4 ap\u00f3s o m\u00e1ximo, com fortes epis\u00f3dios de atividade (m\u00faltiplas fulgura\u00e7\u00f5es de classe X em 2024 e 2025).<\/p>\n<p>Em 11 de novembro de 2025, por exemplo, a regi\u00e3o ativa 4274 produziu uma flare de classe X5.16, uma das mais intensas do ciclo, com CME associada e alerta de tempestade geomagn\u00e9tica severa (G4).<\/p>\n<p>Ag\u00eancias como NOAA SWPC, NASA e o bureau australiano v\u00eam atualizando periodicamente as curvas de previs\u00e3o e observa\u00e7\u00e3o de manchas solares, F10.7 e \u00edndices geomagn\u00e9ticos, confirmando que o Ciclo 25 \u00e9 moderado-forte, n\u00e3o fraco como se cogitou inicialmente.<\/p>\n<p><strong>5. Impactos pr\u00e1ticos desse cen\u00e1rio na propaga\u00e7\u00e3o em ondas curtas<\/strong><\/p>\n<p>Com o Ciclo 25 em m\u00e1ximo recente e ainda muito ativo:<\/p>\n<p>MUFs elevadas e bandas altas \u201cabertas\u201d com frequ\u00eancia<\/p>\n<p>10 m (28 MHz) e 12 m (24 MHz) apresentam aberturas diurnas regulares para percursos intercontinentais, incluindo m\u00faltiplos saltos.<\/p>\n<p>15 m e 17 m se mant\u00eam est\u00e1veis ao longo do dia para dist\u00e2ncias m\u00e9dias e longas.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 coerente com o aumento de densidade eletr\u00f4nica na F2, que eleva a foF2 e, por consequ\u00eancia, as MUFs para um dado percurso.<\/p>\n<p>Blackouts de HF em flares intensos<\/p>\n<p>Fulgura\u00e7\u00f5es de classe M forte ou X podem provocar apag\u00f5es de HF (R2\u2013R3 na escala NOAA) na face diurna da Terra, por aumento brusco da ioniza\u00e7\u00e3o na D e consequente absor\u00e7\u00e3o maci\u00e7a em HF, particularmente abaixo de ~20 MHz.<\/p>\n<p>Esses eventos duram tipicamente de minutos a poucas horas, mas podem desorganizar totalmente comunica\u00e7\u00f5es de avia\u00e7\u00e3o, servi\u00e7os mar\u00edtimos e radioamadorismo na regi\u00e3o iluminada.<\/p>\n<p>Tempestades geomagn\u00e9ticas e rotas polares<\/p>\n<p>Tempestades de n\u00edvel G3\u2013G5 degradam fortemente a propaga\u00e7\u00e3o em rotas de alta latitude e polares, com:<\/p>\n<p>aumento da absor\u00e7\u00e3o em HF (polar cap absorption),<br \/>\nvaria\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas de fase e amplitude (fading seletivo),<br \/>\ndeslocamentos de MUF imprevis\u00edveis.<\/p>\n<p>Contexto espec\u00edfico para o Brasil \/ latitudes m\u00e9dias baixas<\/p>\n<p>Para quem opera a partir de latitudes tropicais\/subtropicais (como o Brasil), a fase atual do ciclo \u00e9 extremamente favor\u00e1vel ao DX em bandas altas:<\/p>\n<p>20, 17, 15, 12 e 10 m com janelas amplas para todos os continentes, especialmente durante o dia e nos flancos da linha cinzenta (sunrise\/sunset).<\/p>\n<p>Por outro lado:<\/p>\n<p>bandas baixas (80 e 160 m) sofrem durante o dia por absor\u00e7\u00e3o intensa na D;<\/p>\n<p>\u00e0 noite, com menor fluxo solar e desaparecimento da D, a propaga\u00e7\u00e3o em 40\/80\/160 m melhora substancialmente, ainda que sujeita a ru\u00eddo atmosf\u00e9rico.<\/p>\n<p><strong>6. Recomenda\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas de uso e monitoramento<\/strong><\/p>\n<p>Para tirar proveito do cen\u00e1rio atual e, ao mesmo tempo, mitigar riscos de interrup\u00e7\u00e3o em HF:<\/p>\n<p>Monitorar par\u00e2metros solares em tempo quase real<\/p>\n<p><center><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.hamqsl.com\/solar.html\" title=\"Click to add Solar-Terrestrial Data to your website!\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hamqsl.com\/solar101vhf.php\"\/><\/a><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p>Acompanhar:<\/p>\n<p>Sunspot Number e F10.7 \u2013 indicam tend\u00eancia de eleva\u00e7\u00e3o de MUF.<\/p>\n<p>Kp e \u00edndices de tempestade geomagn\u00e9tica \u2013 antecipam degrada\u00e7\u00e3o em rotas de alta latitude.<\/p>\n<p>Alertas de flares e R-scale da NOAA (R1\u2013R5) para prever blackouts na face diurna.<\/p>\n<p>Usar modelos e ferramentas profissionais<\/p>\n<p>Para planejamento de rotas fixas (broadcasting, circuitos militares, mar\u00edtimos, avia\u00e7\u00e3o HF):<\/p>\n<p>adotar ITU-R P.533 como base,<br \/>\nimplementar previs\u00f5es com VOACAP\/ICEPAC ou softwares equivalentes,<br \/>\ncalibrar os modelos com dados ionosf\u00e9ricos regionais (ionossondas, mapas de TEC).<\/p>\n<p>Estrat\u00e9gia operacional para radioamadores e esta\u00e7\u00f5es experimentais<\/p>\n<p>Em dias \u201cnormais\u201d (sem eventos R2+):<\/p>\n<p>priorizar 10\u201320 m para DX, ajustando a frequ\u00eancia de trabalho para ~0,85\u20130,9 da MUF prevista;<br \/>\nexplorar o \u201cgray line\u201d para saltos longos em 40 e 80 m.<\/p>\n<p><center><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.hamqsl.com\/solar.html\" title=\"Click to add Solar-Terrestrial Data to your website!\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hamqsl.com\/solarmuf.php\"\/><\/a><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p>Em dias com Kp alto ou alertas de tempestade:<\/p>\n<p>evitar rotas polares;<br \/>\npreferir percursos de latitudes m\u00e9dias;<br \/>\nreduzir depend\u00eancia de HF para enlaces cr\u00edticos, se poss\u00edvel migrando temporariamente para sat\u00e9lite ou links terrestres redundantes.<\/p>\n<p>Em caso de flare forte com blackout na D:<\/p>\n<p>esperar 30\u201360 minutos ap\u00f3s o pico;<br \/>\ntestar inicialmente frequ\u00eancias mais altas (onde a absor\u00e7\u00e3o cai mais r\u00e1pido), antes de voltar \u00e0s bandas baixas.<\/p>\n<p><strong>7. Refer\u00eancias essenciais<\/strong><\/p>\n<p>ITU-R P.533 \u2013 Method for the prediction of the performance of HF circuits.<\/p>\n<p>ITU Handbook \u2013 The ionosphere and its effects on radiowave propagation.<\/p>\n<p>Bureau of Meteorology (ASWFC) \u2013 Introduction to HF Radio Propagation e dados de manchas solares e previs\u00e3o de ciclo.<\/p>\n<p>Wilkinson, P. J. (2004). Ionospheric variability and the International Reference Ionosphere. Journal of Atmospheric and Solar-Terrestrial Physics.<\/p>\n<p>Fiori, R. A. D. et al. (2022). Occurrence rate and duration of space weather impacts on HF radio communications. Journal of Space Weather and Space Climate.<\/p>\n<p>NOAA SWPC \u2013 Solar Cycle Progression e alertas de clima espacial.<\/p>\n<p>NASA \u2013 Solar Cycle Progression and Forecast (previs\u00f5es atualizadas de R, F10.7 e Ap).<\/p>\n<p>STCE \u2013 Solar Cycle 25 Tracking (monitoramento detalhado do SC25).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O atual ciclo solar &#8211; 25 &#8211; est\u00e1 bastante at\u00edtipico conforme estudos e observa\u00e7\u00f5es de cientistas ao redor do globo, como o NOAA (Marinha Americana), ESA (Ag\u00eancia Europ\u00e9ia), IPS (Austr\u00e1lia) e outros centros de pesquisa. E naturalmente, as condi\u00e7\u00f5es de &hellip; <a href=\"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/?p=2150\">Continue reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-2150","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-telecomunicacoes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2150","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2150"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2150\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2158,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2150\/revisions\/2158"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2150"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2150"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2150"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}