{"id":147,"date":"2009-12-13T22:16:27","date_gmt":"2009-12-14T01:16:27","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.sarmento.eng.br\/2009\/12\/13\/o-sol-e-o-clima-na-terra-aquecimento-global-ou-mini-era-glacial\/"},"modified":"2009-12-13T22:19:23","modified_gmt":"2009-12-14T01:19:23","slug":"o-sol-e-o-clima-na-terra-aquecimento-global-ou-mini-era-glacial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/?p=147","title":{"rendered":"O SOL e o Clima na Terra &#8211; Aquecimento Global ou Mini Era Glacial ?"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ciclo Solar \u2013 2 anos de baixa atividade<\/strong><\/p>\n<p>Os ciclos solares s\u00e3o os decl\u00ednios e fluxos da atividade magn\u00e9tica do Sol ao longo de um per\u00edodo de aproximadamente 11 anos, que afeta a forma\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas solares como as proemin\u00eancias e as manchas solares. Estas \u00faltimas s\u00e3o \u00e1reas mais frias e t\u00eanues da superf\u00edcie do Sol.<\/p>\n<p>Desde 2007 o Sol est\u00e1 anormalmente quieto, com pouca ou quase nenhuma atividade eletromagn\u00e9tica. No entanto, nos \u00faltimos meses pequenas manchas, ou proto-manchas, parecem surgir com maior freq\u00fc\u00eancia no disco solar e enormes correntes de plasma na superf\u00edcie est\u00e3o ganhando intensidade. Emiss\u00f5es eletromagn\u00e9ticas, apesar de fracas, tamb\u00e9m j\u00e1 est\u00e3o sendo detectadas pelos radiotelesc\u00f3pios. <\/p>\n<p>No entender de alguns pesquisadores esses sinais s\u00e3o uma clara evid\u00eancia de que o Sol est\u00e1 acordando e d\u00e3o maior sustenta\u00e7\u00e3o \u00e0s previs\u00f5es, que agora s\u00e3o quase un\u00e2nimes entre os cientistas.<\/p>\n<p>A tempestade geomagn\u00e9tica mais intensa que se tem registro foi denominada Evento Carrington e ocorreu entre agosto e setembro de 1859. A intensa tormenta foi testemunhada pelo astr\u00f4nomo brit\u00e2nico Richard Carrington, que observou o fen\u00f4meno atrav\u00e9s da proje\u00e7\u00e3o da imagem do sol em uma tela branca. Na ocasi\u00e3o, a atividade geomagn\u00e9tica disparou uma s\u00e9rie de explos\u00f5es nas linhas telegr\u00e1ficas, eletrocutando t\u00e9cnicos e incendiando os pap\u00e9is das mensagens em c\u00f3digo Morse.<\/p>\n<p>Relatos informam que as auroras boreais foram vistas at\u00e9 nas latitudes m\u00e9dias ao sul de Cuba e Hava\u00ed. Nas Montanhas Rochosas, no oeste da Am\u00e9rica do Norte, as auroras eram t\u00e3o brilhantes que acordavam os camponeses antes da hora, que pensavam estar amanhecendo. As melhores estimativas mostram que o Evento Carrington foi 50% mais intenso que a super tempestade de maio de 1921.<br \/>\n<strong><br \/>\nM\u00ednimo de Maunder <\/strong><\/p>\n<p>O m\u00ednimo mais longo da hist\u00f3ria, o M\u00ednimo de Maunder, ocorreu entre 1645 e 1715 e durou incr\u00edveis 70 anos. Manchas solares eram extremamente raras e o ciclo solar de 11 anos parecia ter se rompido. Esse per\u00edodo de sil\u00eancio coincidiu com a &#8220;pequena Era do Gelo&#8221; uma s\u00e9rie de invernos implac\u00e1veis que atingiu o hemisf\u00e9rio Norte.<\/p>\n<p>O chamado M\u00ednimo de Maunder foi descoberto em 1893 pelo astr\u00f4nomo brit\u00e2nico Edward W. Maunder entre a pequena quantidade de manchas solares e a ocorr\u00eancia da pequena idade do gelo, quando houve uma generalizada diminui\u00e7\u00e3o da temperatura m\u00e9dia no hemisf\u00e9rio norte e talvez de toda a Terra.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.sarmento.eng.br\/Figuras\/Sunspot_Numbers.jpg\" alt=\"M\u00ednimo de Maunder - Ciclo Solar e Mini Era Glacial\" \/><br \/>\n<strong>Ciclo Solar e Mini Era Glacial<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Este esfriamento global, que durou cerca de 70 anos, ocorreu entre 1645 e 1715, foi muito significativo e notado na Europa, quando houve um avan\u00e7o da capa de gelo \u00e1rtica e ocorreram invernos muito rigorosos, registrada na literatura e em muitas pinturas, que mostram, por exemplo, o rio T\u00e2misa congelado nos arredores de Londres. <\/p>\n<p>Por raz\u00f5es ainda n\u00e3o compreendidas, o ciclo de manchas solares se normalizou no s\u00e9culo 18, voltando ao per\u00edodo de 11 anos. Como os cientistas ainda n\u00e3o compreendem o que disparou o M\u00ednimo de Maunder e como pode ter influenciado o clima na Terra, a busca por sinais de que possa ocorrer de novo \u00e9 um trabalho constante nas pesquisas. <\/p>\n<p>A superf\u00edcie do Sol tem estado relativamente limpa nos \u00faltimos dois anos, e isso preocupa v\u00e1rios cientistas que afirmam possa ter entrado noutro M\u00ednimo Maunder, uma abstin\u00eancia de manchas solares que durou 50 anos e que alguns ligaram \u00e0 Pequena Idade do Gelo do s\u00e9culo XVII.<\/p>\n<p><strong>Nova Mini Era Glacial ?<\/strong><\/p>\n<p>Pode ser esse fen\u00f4meno solar uma indica\u00e7\u00e3o de novo per\u00edodo intenso de frio, em particular no hemisf\u00e9rio norte ?<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 muito prov\u00e1vel, diz David Hathaway, f\u00edsico solar do Centro Aerospacial Marshall da NASA em Huntsville, Alaska, EUA.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o foi levantada ap\u00f3s uma confer\u00eancia internacional que ocorreu na Universidade Estatal de Montana, onde cientistas discutiram a escassez de atividade solar no \u00faltimo par de anos.<\/p>\n<p>&#8220;Continua morto,&#8221; diz Saku Tsuneta do Observat\u00f3rio Nacional Astron\u00f4mico do Jap\u00e3o e gestor do programa da miss\u00e3o solar Hinode. &#8220;\u00c9 uma pequena preocupa\u00e7\u00e3o, uma preocupa\u00e7\u00e3o muito pequena,&#8221; porque o per\u00edodo de inatividade parece durar mais tempo que o normal. Alguns cientistas pensam que tais per\u00edodos de inatividade, tal como o M\u00ednimo Maunder, s\u00e3o respons\u00e1veis por \u00e9pocas frias no passado, tais como a Pequena Idade do Gelo.<\/p>\n<p>A energia do Sol conduz todo o clima e meteorologia na Terra. E Hathaway concorda que existem boas indica\u00e7\u00f5es que as flutua\u00e7\u00f5es no rendimento solar relacionadas com os ciclos das manchas solares influenciam o clima da Terra. E o M\u00ednimo Maunder n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica prova &#8211; os cientistas ligaram dois m\u00ednimos solares mais pequenos (per\u00edodos de tempo com muito poucas manchas solares) no princ\u00edpio do s\u00e9culo XIX a climas frios, bem como a per\u00edodos anteriores ao M\u00ednimo Maunder deduzidos de registros anulares de \u00e1rvores, afirma.<\/p>\n<p>Mas o Sol n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica coisa que influencia o nosso clima: erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas, fen\u00f4menos a larga-escala como o El Ni\u00f1o, e, mais recentemente, a acumula\u00e7\u00e3o de gases de estufa na atmosfera tamb\u00e9m afectam o clima global.<\/p>\n<p><strong>Aquecimento Global e o Ciclo Solar<\/strong><\/p>\n<p>Antes da revolu\u00e7\u00e3o industrial, o Sol provavelmente correspondia a entre 10 e 30 por cento da variabilidade clim\u00e1tica, disse Hathaway, mas agora que os gases do efeito de estufa come\u00e7aram a acumular-se, &#8220;a contribui\u00e7\u00e3o do Sol est\u00e1 ficando cada vez menor,&#8221; acrescenta.<\/p>\n<p>O \u00faltimo ciclo solar, que atingiu o seu m\u00e1ximo em 2001, foi particularmente intenso, com um aumento de tempestades solares entre 2000 e 2002. Tal intensa atividade no pico do ciclo solar tende a levar a uma menor atividade no fim do ciclo.<\/p>\n<p>Sinais do atual e novo ciclo solar (que na realidade se sobrep\u00f5e ao \u00faltimo ciclo) come\u00e7aram a aparecer em Novembro de 2006, e as suas primeiras manchas foram observadas em Janeiro deste ano, e outra vez em Abril, disse Hathaway. Este fato s\u00f3 por si j\u00e1 exclui um novo M\u00ednimo Maunder, afirma Hathaway, dado que este ciclo solar j\u00e1 come\u00e7ou a produzir manchas, mesmo que em pouco n\u00famero.<\/p>\n<p>Este ciclo apenas &#8220;come\u00e7ou lentamente,&#8221; afirma Hathaway.<\/p>\n<p>Os \u00faltimos tr\u00eas ciclos solares foram tamb\u00e9m o que Hathaway chama de &#8220;grandes ciclos,&#8221; que significa que tiveram mais que o n\u00famero m\u00e9dio de manchas solares (a m\u00e9dia situa-se entre as 110 e 120 manchas solares num dado dia durante o m\u00e1ximo do ciclo). N\u00e3o \u00e9 invulgar que tal enchente de ciclos prol\u00edficos seja seguida por ciclos solares mais &#8220;silenciosos&#8221; (tal como o ciclo que antecedeu os \u00faltimos tr\u00eas grandes ciclos).<\/p>\n<p>Hathaway diz que os f\u00edsicos solares est\u00e3o divididos no que respeita \u00e0s suas previs\u00f5es do novo ciclo solar &#8211; uns dizem que ir\u00e1 ser pequeno, outros dizem que ser\u00e1 outro ciclo forte. As previs\u00f5es variam entre um m\u00e1ximo de 75 e 150 manchas durante o pico. &#8220;Existem na realidade dois campos,&#8221; disse Hathaway. Qualquer que seja o n\u00famero, este &#8220;n\u00e3o ser\u00e1 zero,&#8221; acrescenta.<\/p>\n<p>O porqu\u00ea de o Sol ser t\u00e3o inconstante na sua produ\u00e7\u00e3o de manchas solares \u00e9 ainda incerto. &#8220;Ainda n\u00e3o compreendemos totalmente como \u00e9 que o Sol faz isto,&#8221; nota Hathaway.<\/p>\n<p>Os cientistas, mesmo assim, sabem que dois processos no Sol influenciam a atividade das manchas solares. O primeiro \u00e9 a for\u00e7a da regi\u00e3o que situa na base da zona de convec\u00e7\u00e3o do Sol, a cerca de 30% do interior do Sol.<\/p>\n<p>Esta zona pode esticar os campos magn\u00e9ticos do Sol, que depois afetam a for\u00e7a do ciclo solar, e por isso o n\u00famero de manchas solares. O segundo processo, chamado de circula\u00e7\u00e3o meridional, descreve o fluxo de material estelar a partir do equador para os p\u00f3los e novamente para o equador, que pode tamb\u00e9m influenciar a for\u00e7a do ciclo.<\/p>\n<p>Mais para o fim do \u00faltimo ciclo solar, por exemplo, &#8220;o fluxo pareceu diminuir bastante,&#8221; enfraquecendo o ciclo e reduzindo o n\u00famero de manchas, afirma Hathaway. &#8220;Foi o fluxo mais lento que j\u00e1 observamos,&#8221; acrescenta.<\/p>\n<p>Por isso, com base em quase 400 anos de registros de manchas solares que os cientistas t\u00eam este come\u00e7o lento n\u00e3o \u00e9 invulgar. &#8220;Est\u00e1 apenas a levar o seu tempo,&#8221; disse Hathaway. A sua previs\u00e3o pessoal \u00e9 que a atividade solar come\u00e7ar\u00e1 a acelerar nos pr\u00f3ximos meses. &#8220;Continuo a observar todos os dias,&#8221; diz.<\/p>\n<p>Embora exista um debate sobre como e se o M\u00ednimo Maunder provocou na realidade a Pequena Idade do Gelo, os cientistas propuseram algumas hip\u00f3teses de como a poder\u00e1 ter desencadeado.<\/p>\n<p>Uma id\u00e9ia deriva do fato do Sol emitir muito mais radia\u00e7\u00e3o ultravioleta quando est\u00e1 coberto por manchas solares, o que pode afetar a qu\u00edmica da atmosfera da Terra. A outra \u00e9 que quando o Sol est\u00e1 ativo, produz campos magn\u00e9ticos entrela\u00e7ados que bloqueiam os raios c\u00f3smicos. Alguns cientistas propuseram que a falta de manchas solares significa que estes raios c\u00f3smicos est\u00e3o a bombardear a Terra e a criar nuvens, que podem arrefecer a superf\u00edcie da Terra.<\/p>\n<p>Mas estas id\u00e9ias n\u00e3o foram ainda provadas, e de qualquer modo, a contribui\u00e7\u00e3o do Sol \u00e9 pequena quando comparada com os vulc\u00f5es, com o El Ni\u00f1o e o efeito de estufa, salienta Hathaway.<\/p>\n<p>Mesmo que houvesse outro M\u00ednimo Maunder, sofrer\u00edamos os efeitos dos gases de estufa e o clima da Terra permaneceria quente. &#8220;N\u00e3o os sobrep\u00f5e de modo nenhum,&#8221; diz Hathaway.<\/p>\n<p><strong>Ciclo de Milankovich e Era Glacial<\/strong><\/p>\n<p>O ciclo de Milankovich \u00e9 denominado em fun\u00e7\u00e3o dos ciclos da \u00f3rbita terrestre que influenciam a quantidade de radia\u00e7\u00e3o solar que atinge diferentes partes da Terra em diferentes \u00e9pocas do ano. Assim foi chamado depois que um matem\u00e1tico s\u00e9rvio, de nome Milutin Milankovitch, explicou como esses ciclos orbitais causam o avan\u00e7o e retra\u00e7\u00e3o das calotas polares. Embora o ciclo tenha esse nome, ele n\u00e3o foi o primeiro a fazer a conex\u00e3o entre o ciclo orbital e o clima. Adhemar (1852) e Croll (1875) foram os dois primeiros.<\/p>\n<p>O matem\u00e1tico s\u00e9rvio Milankovitch estava intrigado com o quebra-cabe\u00e7a da mudan\u00e7a de clima, e em 1930 apresentou uma teoria de poderia explicar.<\/p>\n<p>Milankovitch estudou os registros de clima, notando diferen\u00e7as ao longo do tempo. Ele teorizou que a mudan\u00e7a global no clima era trazido a efeito atrav\u00e9s de mudan\u00e7as regulares no eixo da Terra, na inclina\u00e7\u00e3o, e \u00f3rbita, que alteraria a rela\u00e7\u00e3o entre o planeta e o Sol, disparando as eras glaciais. <\/p>\n<p>A Terra n\u00e3o rotaciona perfeitamente que nem uma roda em seu eixo; ela gira que nem um pi\u00e3o. <\/p>\n<p>A cada 22000 anos, Milankovitch calculou que existe uma t\u00eanue mudan\u00e7a em seu balan\u00e7ar. <\/p>\n<p>A cada 100000 anos, existe uma mudan\u00e7a na \u00f3rbita da Terra em rela\u00e7\u00e3o ao Sol. Sua \u00f3rbita quase circular se torna mais el\u00edptica, levando a Terra mais longe do Sol.<\/p>\n<p>E finalmente, Milankovitch descobriu que a cada 41000 anos existe uma mudan\u00e7a de inclina\u00e7\u00e3o no eixo do planeta, movendo tanto para o hemisf\u00e9rio norte como sul, mais distante do Sol. <\/p>\n<p>Estes ciclos significam que em certos per\u00edodos de tempo existe menos brilho do sol atingindo a Terra, assim levando a um menor derretimento do gelo e da neve. Ao inv\u00e9s de derreter, essas expans\u00f5es frias de \u00e1gua congelada crescem. <\/p>\n<p>A neve e gelo duram mais tempo, e ao longo de muitas esta\u00e7\u00f5es, come\u00e7am a se acumular. A neve reflete alguma luz solar de volta ao espa\u00e7o, o que acaba contribuindo ao esfriamento. <\/p>\n<p>Temperaturas caem, e as geleiras come\u00e7am a avan\u00e7ar.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.sarmento.eng.br\/Figuras\/MilankovitchFig.jpg\" alt=\"Ciclo de Milankovitch\" \/><br \/>\n<strong> Ciclo de Milankovitch<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Milankovitch calculou a energia solar recebida durante o ver\u00e3o na posi\u00e7\u00e3o 65\u00b0N para os \u00faltimos 600000 anos (tamb\u00e9m fez o mesmo para a latitude 55\u00b0 e 60\u00b0, mas n\u00e3o s\u00e3o exibidos aqui). As linhas s\u00f3lidas mostram a insola\u00e7\u00e3o relativa ao presente. O valor de 70 por exemplo, mostra que no tempo passado, a insola\u00e7\u00e3o no ver\u00e3o em 65\u00b0 \u00e9 a mesma que foi recebida em 70\u00b0 hoje e, entretanto, mais fria que o presente. Um valor menor que 65\u00b0 representa condi\u00e7\u00f5es mais quentes que o presente. Na \u00e9poca que Milankovitch fez esse trabalho, geralmente assumia-se que quatro glacia\u00e7\u00f5es ocorreram nos Alpes durante o Pleioceno, nomeados de Gunz, Mindel, Riss e Wurn. A linha pontilhada representa Koppen e a estimativa esquematizada por Milankovitch destas glacia\u00e7\u00f5es e seus intervalos. Glaciologistas desde ent\u00e3o tem determinado que muito mais que quatro eras glaciais ocorreram e que o per\u00edodo Pleioceno \u00e9 de um a dois milh\u00f5es de idade, e n\u00e3o 600000.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a mais sobre a teoria de Milankovitch (<strong>formato PDF em ingl\u00eas original, conforme dispon\u00edvel na Internet<\/strong>).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sarmento.eng.br\/Documentos\/14149824-How-the-Sun-Affects-Climate-Milankovitch-Cycles.pdf\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sarmento.net.br\/Gifs\/Adobe-Acrobat-128x128.png\" alt=\"PDF Format\" \/><\/a><\/p>\n<p><code><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.sarmento.eng.br\/Documentos\/14149824-How-the-Sun-Affects-Climate-Milankovitch-Cycles.pdf\">Como o ciclo de Milankovitch afeta o clima na Terra<\/a><\/font><\/p>\n<p><\/code><\/p>\n<p>Milutin Milankovitch :<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/earthobservatory.nasa.gov\/Features\/Milankovitch\/\">http:\/\/earthobservatory.nasa.gov\/Features\/Milankovitch\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ciclo Solar \u2013 2 anos de baixa atividade Os ciclos solares s\u00e3o os decl\u00ednios e fluxos da atividade magn\u00e9tica do Sol ao longo de um per\u00edodo de aproximadamente 11 anos, que afeta a forma\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas solares como as proemin\u00eancias &hellip; <a href=\"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/?p=147\">Continue reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-147","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-telecomunicacoes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/147","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=147"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/147\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=147"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=147"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.sarmento.eng.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=147"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}