Bicicleta in Macaé … The Oil City

After a full day working to support off shore operations at full power, a brief but excellent riding at night.

The Cavaleiros Beach, the most famous of Macae City is the route of restaurants and people walking around, and of course, riding bikes all over its extension.

Bicicleta Trek 4500 Disc
Bike in Cavaleiros Beach, Macae, riding a Trek 4500, not rainy night but heavy salt water spray from the ocean

The strong and constant wind, and sometimes strong salt water spray over your face, makes biking a little bit funny but regarding the life time of your bike and accessories, a plenty of aggression to all components.

While people spend lots of time inside a house walking to go nowhere, riding a biking will never be beated, as you can feel the wind, the salt water, see beautiful girls jogging and smiling, and feel free to accelerate and push your limits.

Bicicleta Trek 4500 Disc
After 10 years, meeting with an old-new friend from Italy in front of Luca restaurant, the best of the city

Our planet Earth’s circumference at the Equator is around 40,000 km but it is still small, because you can find people you met long time ago in almost everywhere.

With a friend Maximo, from Italy, which lives on Macae and enjoy biking too.

New routes to come!

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Michel Vianni – Osasco – Publicado no Estado de São Paulo

::BAÚ TECNOLÓGICO::

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O Baú Tecnológico de hoje teve de tirar bastante poeira para resgatar, lá do fundo, um cinquentão em perfeito estado de funcionamento. Quem são o pager, o StarTAC, o palmtop ou mesmo o Telejogo perto dele? O rádio de José Santana, um homem de 94 anos, é o maior guerreiro já exposto nesta coluna.

O aparelho estava guardado no quartinho dos fundos da casa da filha Célia desde que ele foi para um asilo, há cinco anos. Ninguém mais havia tocado no equipamento. Foi Vanessa, de 25 anos, neta de Santana, quem descobriu que o rádio ainda funcionava. Há pouco mais de um mês, ela enviou fotos do aparelho a este blog (veja acima e abaixo). “Coloquei na tomada e ele simplesmente ligou”, conta.

A surpresa foi relativa, considerando o fato de que o rádio ainda funcionava quando o avô saiu de casa. O espanto veio mesmo na hora de identificar o dispositivo, visivelmente antigo. O nome da marca, Semp, era a única informação técnica à disposição, além das características físicas, como peso de cerca de 4 kg e dimensões (34 cm de largura por 19 cm de altura).

O ano em que o aparelho apareceu na casa dos Santana também era exigir demais. Célia se lembra vagamente desse dia. “Acho que eu tinha entre 8 e 10 anos de idade”, diz. Na memória ficou a imagem de um rádio em cima da cristaleira, na sala de jantar, cumprindo o papel do equipamento mais importante da casa. Com ele, Santana, que já foi vereador, acompanhava as notícias relacionadas a política, ouvia Barros de Alencar (radialista e cantor), a Voz do Brasil e as 7 músicas campeãs do dia, recorda Célia, com carinho.

Sem serventia atualmente, o aparelho ia ser dado a alguém. “Mas eu o segurei aqui, porque vou ficar com ele como herança e decorar minha casa quando me casar”, diz Vanessa. A neta conta que pretende colocá-lo em sua futura sala ou área de lazer, perto do forno à lenha.

Mas que rádio é esse que vai virar decoração? O Radar Tecnológico decidiu investigar. A primeira tentativa, naturalmente, foi com a Semp. Depois de cogitar a hipótese de algum engenheiro conceder entrevista, a companhia acabou confessando por meio de sua assessoria de imprensa, mais tarde, que não havia ninguém para falar do aparelho. A Sociedade Eletromercantil Paulista (Semp) se fundiu com a Toshiba em 1977, dando origem à Semp Toshiba. Mais uma empresa sem detalhes preciso dos aparelhos que produziu no passado, a exemplo da Motorola, que não tinha porta-voz para falar sobre o pager do Leonardo, e da Palm/HP, que não nos deu dados sobre o Palm do Paulo.

A segunda tentativa foi com especialistas em rádio, como escritores e radialistas. Nenhum soube falar com precisão do aparelho. Alguns não tinham nem e-mail para que pudessem receber e analisar as fotos. Outra fonte encontrada na web, o autor do site Radio Antique, que parecia saber muito justamente do aparelho de Santana, já havia falecido.

Foi quando o Radar Tecnológico encontrou Michel Viani, um técnico em eletrônica e colecionador de rádios, de 43 anos, filho de pai apaixonado por rádios, que tinha e-mail e muita disposição para estudar as características do rádio.

Ao mesmo tempo em que Vanessa finalmente encontrava uma etiqueta que identificava o rádio como modelo AC 242, Viani descobria, analisando várias fotos do aparelho, que se trata de um rádio valvulado fabricado no fim dos anos 1950 ou início dos anos 1960.

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É um rádio do tipo “cabeceira” — em gabinete de madeira moldada nas cores marfim e imbuia —, usado comumente em criados-mudos e em cristaleiras naquela época. Seu apelido era “Tapajós”, nome dado pela Semp ao aparelho, de acordo com o especialista. Era comum naquele tempo escolher nomes fantasia para rádios, como o “Passeport”, da Philips, e o “Satellit”, da alemã Grundig.

Equipado com faixas de ondas curtas, ele capta transmissões de rádios tão distantes quanto do Japão, segundo Viani. “Era a forma de contato que muitas pessoas estabeleciam com outras culturas.”

Uma das caracteríticas que chamou a atenção do técnico foi o botão da lateral, que não é original do aparelho. Trata-se do botão de um Transglobe B-471, uma linha de rádios portáteis da Philco que tem muitos fãs — a começar por Viani, autor de um site dedicado ao aparelho. A peça deve ter substituído um botão com defeito, aposta ele.

O especialista ainda explicou que o circuito do rádio tem 5 válvulas do tipo “miniwatt”, alto falante de 4 polegadas e um seletor de voltagem que permite o uso em redes de 90 volts, 115 volts, 125 volts, 200 volts e 220 volts.

O fato de o aparelho ainda funcionar, segundo Viani, tem a ver com os materiais resistentes usados na fabricação naquela época — além do cuidado da família Santana com o objeto. “Era um bem durável mesmo”, conta o técnico, que também integra o DX Clube do Brasil, um grupo de apaixonados por radioescuta. A indústria brasileira competia com os importados robustos que chegavam de países como Inglaterra e França, recorda Viani.

A evolução dessa história você já deve ter imaginado. Os equipamentos grandes perderam espaço para os pequenos e a lógica chinesa de produção em larga escala, com o uso de materiais de menor qualidade, predominou. E agora os produtos ficam obsoletos mais rapidamente.

Viani estima que o Semp de Santana tenha sido comprado por uma quantia equivalente hoje a cerca de R$ 1 mil — um pouco mais barato que o iPhone. A diferença é que o avô de Vanessa não teve a sensação, seis meses depois de comprar o rádio, que ele já estava velho.

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Parte interna do Semp AC 242 (Foto: site Radio Antique)

Compartilhe com a gente

O Baú Tecnológico é um espaço para você compartilhar a lembrança daquele eletrônico que você tanto amou (ou odiou). Tem até hoje um celular tijolão? Um rádio capelinha? Um Super Nintendo? Um Tamagotchi? Um Pense Bem? Compartilhe seu saudosismo com a gente. Leonardo Matsuda compartilhou conosco seu antigo pager. Se você tem alguma sugestão, envie e-mail para nayara.fraga(arroba)grupoestado(ponto)com(ponto)br. O Baú é publicado neste blog a cada 15 dias.

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O QUE JÁ SAIU DO NOSSO BAÚ
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Grundig Satellit 650 Professional – Peça para colecionadores

A marca Alemã Grundig é referência de qualidade em todo o mundo, e a série Satellit é reconhecida como uma familia de alta qualidade em receptores de rádio.

O Satellit 650 é considerado o melhor equipamento de áudio do mundo em um receptor portátil, podendo inclusive ser utilizado como amplificador para outros dispositivos como CD player, aparelhos celulares, etc.

Grundig Satellit 650 Professional

Mas é na recepção de sinais de rádio que ele se sobressai, ao utilizar um sofisticado circuito de RF e ainda apresentar um circuito pré-seletor que pode ser operado manualmente ou automaticamente, através de um preciso motor de passo.

O rádio apresenta excepcional qualidade em termos de sensibilidade e seletividade, contando ainda com entradas para antenas externas de onda média, curta e inclusive FM.

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Passeio de bicicleta a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, Niterói

Aproveitando um ótimo fim de semana de sol para um passeio até Niterói de bicicleta.

O passeio foi organizado pelo grupo “Street Fox” do Rio de Janeiro especializado em cicloturismo e é considerado um pedal leve, tendo a participação de várias crianças pedalando e também na garupa da bicicleta de seus pais.

Além da atividade física saudável, uma ótima oportunidade para fazer amigos e também apreciar a paisagem da natureza do Rio e de seu urbanismo.

As bicicletas utilizadas foram as apropriadas para cicloturismo, devido a predominância de asfalto em todo o trajeto. A robusta e confiável TwoHard apresentou ótimo desempenho, e a Avalon avisou que a vida útil de seus cubos fabricados pela JoyTech (Taiwan) está próxima do fim, pedindo a reposição desses por Shimano.

Esse tipo de passeio somente é recomendado em grupo devido a problemática da insegurança na cidade.

Cicloturismo - Fortaleza Santa Cruz da Barra, Niterói

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Fountain Pen – Vintage Demonstrator – Platinum Made in Japan

Andando pelas ruas do centro do Rio procurando componentes eletrônicos para montar um circuito pré-seletor para HF, entrei em uma loja muito antiga e tradicional de venda de produtos de escritório por atacado.

Essa loja, além de material escolar, como papelaria e toda a sorte de canetas, lapiseiras e lápis de marcas famosas e de primeiríssima linha – Parker, Cross, Pentel, Lamy, Staedtler e outras – também tem disponível para venda canetas tinteiro muito antigas.

E para minha surpresa, encontrei a preço muito acessivel, um modelo “Demonstrator” fabricado no Japão pela Platinum, que fabrica canetas de alta qualidade desde 1919.

Platinum fountain pen - Made in Japan since 1919

Estimo que esse modelo em questão tenha sido fabricado na década de 60, e pela módica quantia de R$ 36,00 estava exposta na vitrine.

Platinum foutain pen made in Japan - Vintage Demonstrator

A pena é descrita como fina porém, para os padrões europeus é equivalente a EF (extremamente fina), e na primeira vez a testei com uma tinta não muito popular entre os usuários de caneta tinteiro – Koh-I-Noor – fabricada na República Tcheka.

O desempenho da caneta é simplesmente surpreendente e utilizando como referência a Lamy de pena EF, a Platinum se mostrou muito precisa e com a suavidade na escrita equivalente a Lamy, com o diferencial de um fluxo de tinta mais uniforme.

O fato do corpo da caneta ser transparente, podemos observar como ocorre a dinâmica do fluido que forma o fluxo constante da tinta na pena.

As séries “demonstrator” são fabricadas por renomados fabricantes para promover a caneta tinteiro como um instrumento de escrita diferenciado, para quem aprecia a arte da escrita, e os japoneses, estão na ponta no desenvolvimento deste tipo de instrumento há pelo menos um século.

A escrita de ideogramas no alfabeto japonês requer precisão nas formas para expressar bem a mensagem, e os japoneses com sua cultura milenar avançada e métodos de produção de alta precisão – seja manual ou industrial em larga escala – conferem alta qualidade a seus produtos, em particular a canetas tinteiro.

Resumindo, não há necessidade de se gastar muito dinheiro em canetas caras que podem ser classificadas mais como joias do que como instrumentos de escrita, para se ter acesso a produtos de alta qualidade e desempenho.

Quanto ao desempenho da tinta Koh-I-Noor comprada na mesma loja, que aliás – está localizada na Rua Republica do Líbano – posso afirmar que a princípio não se equipara a tradicional Parker Quink, que uso como referência de tinta, após testar Lamy, Pelikan, Pilot, Shaeffer e Waterman tendo com base as cores pretas e azuis.

A Parker Quink azul apresenta uma pigmentação mais consistente e que além de secar mais rápido, mantém a tinta viva por muito mais tempo no papel do que outras. A Sheaffer por exemplo, utilizando cadernos Moleskine, é a que mais se torna transparente com o tempo, tornando a escrita muito clara e por isso, eu não recomendo seu uso. Em compensação a cor vermelha da Shaeffer apresenta um excepcional desempenho e mantém sua visibilidade por muito mais tempo.

A desvantagem da Parker Quink comparada as demais tintas como a Lamy e a Pelikan, é que deixa marca no lado avesso da página, sempre como referência a cor azul e caderno Moleskine, e independente do tipo de pena que se utilize, sempre comparando com a mesma caneta e pena obviamente.

Na caneta Platinum com pena F, o azul da Quink é mais consistente e seu fluxo é extremamente regular o que torna a escrita muito legível e agradável, não só pela tonalidade, mas em particular pelo contraste com o papel “Moleskine”.

A caneta Platinum vem acondicionada em um estojo com um conversor e cartucho de tinta preta, e apresenta o nome do fabricante em japonês e o código B-5.

Só por curiosidade, é raro encontrar no Rio de Janeiro a linha de cadernos Oxford, fabricados na Europa – principalmente Leste Europeu – que utiliza papel especialmente projetado para ser extremamente branco e não deixar a tinta transparecer no verso da folha. O papel tem uma gramatura diferenciada e uma textura muito mais consistente do que qualquer outro papel a disposição no mercado por fabricantes de qualidade.

A foto da Platinum foi tirada utilizando o caderno Oxford como base, que é justamente apropriado para uso de canetas tinteiro de qualquer tipo de pena, desde EF até BB.

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Radio Cairo – Programação para o Brasil

Recebi uma correspondência do Egito, diretamente de Cairo, onde está a sede da emissora estatal desse país. Eu havia enviado uma gravação de áudio das primeiras transmissões em 19 metros e um mês após recebi uma carta com o detalhe da programação em português para o Brasil, e um livreto sobre o turismo no Egito.

Radio Cairo - QSL

Ao folhear o livro e ver as belas imagens do Mar Vermelho e da região do Sinai, me sugere uma visita ao Egito, não somente para ver com os próprios olhos as super pirâmedes de Giza, mas também fazer turismo nas belas paisagens naturais da região.

Piramedes de Giza - Egito
Pirâmedes de Giza – Projetadas e construidas por Thoth, o Arquiteto

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Rio de Janeiro – extensão de Lorena 2012

Durante o tradicional encontro de Lorena, onde aficcionados por radio se reunem para se confraternizar e conversar sobre radio, recebi ilustre visita de Carlos Felipe e Wilson Rodrigues aqui no Rio de Janeiro.

Wilson Rodrigues e Carlos Felipe - Rio de Janeiro

Passamos um dia agradável com direito a uma moqueca de camarão no restaurante Siri da Tijuca e aproveitamos a oportunidade para colocar a conversa em dia.

São essas boas companhias que os mais novos precisam para ter em quem se espelhar e crescer com os bons e tradicionais valores morais.

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KOL Israel contra o Demônio da Pérsia

A emissora estatal de Israel transmitia através das ondas do radio programas em diversos idiomas para todo o mundo, mas em 2008, uma onda de corte de gastos publicos, assim alega a emissora, cortou a verba para a radiodifusão internacional.

Como regra, o serviço estrangeiro é dsponibilizado através da Internet no site oficial da emissora.

KOL ISRAEL SHORTWAVE
Site oficial da KOL Isral que disponibiliza os áudios do serviço estrangeiro pela Internet

A única transmissão de radio em ondas curtas que permaneceu no ar foi a programação direcionada para o Iran, no idioma Farsi.

O Iran, denominado pelo ex-presidente dos EUA como integrante do “Eixo do mal”, é uma peça chave na estabilidade política da região e o clima belicoso entre os três paises – notadamente Israel e Iran e os EUA – incentiva a manutenção das emissões de radio em ondas curtas.

Presidente do Irã, Ahmadinejad
Presidente do Irã, Ahmadinejad considerado um demônio para algumas nações ocidentais incluindo Israel

Os três países em questão continuam investindo nas ondas curtas como meio de comunicação de massa – radiodifusão internacional – devido as suas características intrinsecas : longo alcance, dificil censura, baixo custo operacional, impossível rastrear quem está recebendo as mensagens (diferente do que acontece na Internet) e pela facilidade para recepção dos sinais (apenas um receptor de rádio é necessário, nada mais, ao contrário do que acontece na Internet.

A emissão da Radio KOL Israel pode ser captada no Rio de Janeiro com facilidade através de um radio portátil Sangean 909x e uma anterna unifilar de 5 metros, com sinal muito bom.

A recepção da KOL Israel, transmissão na frequencia de 15.760k kHz as 14;15 UTC, estava excelente, e podemos observar diversas referências a “Sadam”, “islamita” e “terroristi” durante a programação.

KOL Israel
Trecho do audio da emissão em Farsi da KOL Israel dirigida para o Irã

O radio usado foi o Sangean 909x com antena unfiliar de 7 metros e a frequencia sintonizada foi de 15760 kHz.

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Shack remoto em Marica, próximo a lagoa – Kit DX

Uma pausa para recarregar as baterias após semanas muito exaustivas. No shack remoto, além de caminhadas ecológicas no entorno da Lagoa e afazeres domésticos, a pratica da pesquisa de sinais de radio frequência desde ondas longas até altas frequências.

Com o aumento da atividade solar, nos aproximamos rapidamento do ponto conhecido como “máximo solar” previsto para o ano de 2013. Nessa ocasião, a propagação ionosférica se altera radicalmente, favorecendo as altas frequências em transmissões de longa distância.

Shack em Marica, Rio de Janeiro - Região dos Lagos

O uso da antena Loop para onda média e um rádio portátil de qualidade já é o suficiente para se captar sinais transoceânicos, e através da sua diretividade é possivel se explorar o dial e se encontrar emissoras regionais mais próximas Brasil afora.

E uma antena unifilar – um fio de comprimento adequado com a faixa de frequência que se desejar trabalhar – bem esticada com acoplamento direto na entrada do receptor ou através de balun, é a receita de boas captações e observação das condições de propagação ao longo do período que se faz a pesquisa.

Sangean ATS-909X

Um receptor muito atual e interessante é o Sangean ATS-909X que apresenta desempenho excelente em ondas curtas. Com esse rádio e uma antena bem esticada longe de fontes de interferência e ruído elétrico, pode-se fazer ótimas captações.

Compondo o Kit DX, recomendo pelo menos dois receptores, um que seja melhor em onda média, como o Sony ICF-2010, e outro para onda curta como o Sangean ATS-909 que aceita antena externa muito bem.

Gravador, podendo ser analógico de fita magnética tradicional ou digital que grava em formato MP3, um caderno para anotação de logs – registros das frequências, horários, emissoras, idiomas e conteúdo da mensagem sintonizada – antenas loop para onda média, podendo se de quadro ou de núcleo de ferrite, e unifilares com ou seu balun de acomplamento para onda tropical e onda curta, completam o Kit Dx.

Uma ferramenta útil são as publicações especializadas como o tradicional WRTH que é o maior catálogo de emissoras ao longo do mundo, com informações sobre endereços, frequências, idiomas transmitidos e muitas outras informações úteis para auxiliar na identificação das emissões.

Ultimamente uma boa opção é a lista de emissoras EIBI de radioescutas da Alemanha, que compilam e publicam gratuitamente em formato .CSV (planilha eletrônica) e que contem informações preciosas e atualizadas conforme o período de emissões anual.

E lógico, na tranquilidade de seu shack, um bom charuto cubano, um energético para acompanhar os momentos de caçada no rádio, são indispensáveis.

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Radio Cairo, Egito – Programa em Português para o Brasil

A lendária Radio Cairo alterou a frequência de transmissão de seus programas de radio para o Brasil, e agora podemos ouvir com facilidade sua programação especial em idioma de Camões.

O sinal tem chegado forte aqui no Rio de Janeiro, e o audio apesar de não ser de alta qualidade, é o suficiente para a compreensão do seu conteúdo. Transparece problemas de qualidade na modulação do sinal, com baixo nível de áudio, além de corte nas frequências de audio mais elevadas.

Com uma programação rica em música do Egito, essencialmente árabe, e noticias sobre a país e a região na era pós Hosni Mubarak, é uma excelente opção de cultura nas ondas do rádio.

Radio Cairo, Egito - 15.480 kHz
Audio do programa em português da Radio Cairo para o Brasil

O audio foi gravado a partir de um receptor Sony ICF-2010 e um pedaço de fio como antena na zona urbana do Rio de Janeiro. O gravador utilizado foi um Sony digital acoplado na saida Line Out em modo MP3 com perdas de amostragem, porém, sem qualquer filtro no audio.

Site Oficial do Governo do Egito
Egypt State Information Service – http://www.sis.gov.eg/En/Default.aspx

A Radio Cairo ainda não tem um espaço próprio no site oficial do governo do Egito, mas com seus sinais chegando bem aqui no Brasil, as ondas curtas continuam sendo ainda um excelente meio de comunicação.

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