Nas Ondas Curtas da Guarujá – Eletromagnetismo

Nas Ondas Curtas da Guarujá Paulista

Boa noite ouvinte da Guarujá Paulista

Meu nome é Sarmento Campos e falo do Rio de Janeiro.

Estamos iniciando mais um programa dedicado as ondas curtas do rádio, e neste espaço, falaremos sobre um aspecto técnico das ondas curtas.

Porém, hoje trago uma mensagem muito especial de nosso amigo Wilson Rodrigues da cidade de Itaúna em Minas Gerais, que descreve um ponto crítico para a recepção das emissoras, que é o eletromagnetismo.

O Wilson nos escreve que ao ligar um receptor de rádio a maioria das pessoas não imaginam que pôr traz de tudo na eletrônica, está um fenômeno da natureza que sem o qual o rádio jamais existiria, que é o magnetismo, a alma do rádio.

Certamente quando os gregos descobriram em Magnésia, uma rocha mágica ( magnetita, que é o ima natural. ) a qual atribuíram poderes, nunca poderiam imaginar que no futuro o mundo dependeria do magnetismo para movimentar quase de tudo, e sem este fenômeno o mundo simplesmente pararia!

Um estudo mais avançado revelou que a força magnética também é responsável pelo transporte da luz do sol até a terra, sem a qual os seres vivos não sobreviveriam. O sol é uma estrela que esta sempre lançando partículas carregadas de irradiações sobre a terra, e se não fosse a proteção magnética da terra, pois nosso planeta é um imenso imã, que direciona essas irradiações desviando-as para os pólos norte e sul, nossa saúde seria seriamente afetada. Segundo os cientistas se o magnetismo da terra um dia acabasse os seres vivos acabariam junto com ele!

É bem possível que alguém comente, o que tudo isso tem a ver com nosso hobby ?

Claro que tudo! Nossas antenas são bombardeadas dia e noite pelas ondas eletromagnéticas, a força que alimenta seu rádio vem de um gerador eletromagnético em uma usina. Seu rádio tem circuitos onde o magnetismo é como a sua alma, não o enxergamos mas esta em plena atividade. O bom conhecimento da máquina que alimento seu prazer no hobby, o “rádio” passa necessariamente pôr conhecer este fenômeno da física!

O Wilson nos relata que em um documentário na TV estudiosos do assunto comentaram que desde o ano de 1670 aproximadamente o magnetismo da terra tem diminuído 15% e neste ritmo daqui a 2000 anos a terra perderia todo seu campo magnético, a não ser que haja uma reversão neste quadro o que também não é impossível. Já desde longa data os cientistas e estudiosos do magnetismo acreditam que os animais se orientam bio-magneticamente. Usam a força magnética para se orientarem. Em algumas experiências com pombos ao se colocar uma pastilha de imã na cabeça dos mesmos, eles se mostraram desorientados demonstrando que usam o magnetismo para se orientarem em uma dada direção.

Levantou-se a hipótese de que no passado os seres humanos poderiam se orientar bio-magneticamente e ao evoluírem pôr certo essa capacidade deixou de ser usada e o ser humano a perdeu. Biólogos que estudam certos corpos marinhos perceberam que ao se magnetizar placas estes corpos eram atraídos para um determinado pólo magnético e ao mudar o polo magnético os corpos mudavam de posição para o outro lado.

Uma das mais novas tecnologia a serviço do homem que usa o magnetismo em toda sua plenitude, é a Ressonância Magnética. O paciente é banhado pôr um campo magnético aproximadamente 500 vezes mais forte que o da terra. Este campo faz com que alguns núcleos do corpo humano girem como uma agulha de uma bússola e se aliem. Ai são atingidos pôr pulsos de ondas de rádio. Quando os pulsos param, os núcleos voltam ao seu estado original induzido pelo imã. A energia liberada funciona como uma estação de rádio, e os sinais entram num computador que os traduz em imagens. Posso ter omitido algum detalhe, mas pelo que pude perceber é mais ou menos isso ai!

Outro exemplo do magnetismo a serviço do homem é o trem bala, que funciona pelo efeito de atração e repulsão, propriedades do magnetismo. Um outro exemplo muito simples é a antena de ferrite, tão simples, tão eficiente. Quer outro exemplo? Veja o projeto e funcionamento da antena Loop, que é utilizada em seu receptor de rádio de ondas médias por exemplo, enfim todas as antenas dependem do eletromagnetismo para funcionarem .

Enfim há ate aqueles que juram que o amor ente homens e mulheres funciona regido pelo magnetismo. Pólos diferentes se atraem e iguais se repelem. Isso podemos ver no dia-a-dia.

Esta foi uma colaboração muito especial de nosso amigo Wilson Rodrigues de Itaúna em Minas Gerais, que também está sintonizado neste programa, e ao qual envio um grande abraço.

E continue na sintonia, pois tem muito mais cultura e informação para você.

DX Clube do Brasil

Posted in Radioescuta | Comments Off on Nas Ondas Curtas da Guarujá – Eletromagnetismo

Atividade solar pode interferir com comunicações na Terra até 2012, dizem cientistas

A atividade na superfície do Sol vem se intensificando e poderá provocar interferências nas redes de comunicação da Terra nos próximos dois anos, segundo adverte um grupo de cientistas em antecipação ao lançamento de um novo observatório solar da Nasa, a agência espacial americana.

Labaredas do Sol provocam disturbios na Terra
Atividade solar intensa pode prejudicar comunicações na Terra

Novas fotos feitas por telescópios espaciais mostram um aumento significativo das chamadas labaredas solares e de regiões de poderosos campos magnéticos conhecidos como pontos solares após um período com a mais baixa atividade solar em quase um século.

A atividade solar intensa pode prejudicar o campo de proteção magnética da Terra, provocando sérios problemas nos sistemas de comunicação e até mesmo nos sistemas de distribuição de energia elétrica.

Segundo os cientistas, o pico da atividade solar poderá ocorrer em meados de 2012, elevando o risco de problemas com transmissões de televisão e redes de internet e o risco de apagões durante os Jogos Olímpicos de Londres.

‘Maluco’

“Nos últimos três anos, a superfície do Sol havia se acalmado bastante por um tempo. A cada 11 anos as labaredas reaparecem, e de repente vemos a retomada dessa atividade”, afirma a astrônoma Heather Couper, ex-presidente da Associação Britânica de Astronomia.

“O Sol é uma grande massa magnética, e se há qualquer interrupção nos campos magnéticos, o Sol fica meio maluco, então temos essas incríveis explosões e labaredas e coisas que provocam fenômenos como as auroras boreais”, explica Couper.

“Quando o Sol tem uma labareda, isso pode realmente afetar as conexões elétricas no nosso planeta. Isso já provocou até mesmo no passado a interrupção dos negócios nas bolsas de valores de Tóquio e no Canadá”, diz a astrônoma.

Sem explicações

Apesar de os cientistas conhecerem bem as consequências do aumento da atividade solar, eles ainda não têm muitas explicações para a origem do fenômeno, muito menos condições de prever sua ocorrência.

Os pesquisadores esperam que o lançamento do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, nesta semana, os ajude a coletar dados que os ajudem a dar avisos antecipados da ocorrência de labaredas solares e de tormentas magnéticas.

Segundo eles, as consequências podem ser minimizadas com o desligamento de circuitos eletrônicos sensíveis antes das tormentas magnéticas, reduzindo o risco de danos a satélites de transmissão.

A sonda da Nasa, que deverá ser lançada no sábado, ficará na órbita da Terra por cinco anos para investigar as causas da atividade solar intensa.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

Posted in Telecomunicações | Comments Off on Atividade solar pode interferir com comunicações na Terra até 2012, dizem cientistas

Radio Stromberg Carlson – Década de 40

Fotos enviadas por PY1OAR Átilla Odon de um belo rádio a válvula fabricado nos idos de 1940. Esta raridade está plenamente funcional, uma verdadeira preciosidade.

STROMBERG -CARLSON AWP8

Radio Stromberg Carlson - Década de 30
Vista do rádio aberto para operação

Radio Stromberg Carlson - Década de 30
Detalhe do dial e das faixas de sintonia

Radio Stromberg Carlson - Década de 30
Painel traseiro aberto mostrando o circuito do rádio

Radio Stromberg Carlson - Década de 30
Rádio fechado pronto para ser guardado ou transportad

Radio Stromberg Carlson - Década de 30

Veja outros modelos deste fabricante nesta página especializada em catalogar equipamentos de rádio antigos:

Radio Attic Archives

Posted in Receptores | 1 Comment

Nas Ondas Curtas da Guarujá – O Papel do Rádio Analógico

Nas Ondas Curtas da Guarujá Paulista

Boa noite prezado ouvinte da Radio Guarujá Paulista. Meu nome é Sarmento Campos e falo da cidade do Rio de Janeiro, especial para o programa semanal dedicado as ondas curtas do radio.

Hoje, nesta semana de natal, vamos falar um pouco sobre as características técnicas deste importante meio de comunicação presente nas ondas curtas.

O fato da Radio Guarujá transmitir em ondas curtas, aumenta consideravelmente o alcance de suas emissões. Como sabemos, o termo radiodifusão indica a dispersão da informação produzida, que abrange cada casa, vila, cidade e até o país que esteja ao alcance do transmissor.

Diferentemente da televisão, em que o telespectador esta observando algo que sai de uma caixa que está ali, as paisagens e sons do radio são criados dentro de nós, podendo ter impacto e envolvimento maiores.

Enquanto a televisão de um modo geral é assistida por pequenos grupos de pessoas e a reação a um programa costuma ser afetada pela reação entre indivíduos, o rádio é muito mais pessoal, que vem direto para o ouvinte.

Atualmente, com a evolução tecnológica e a miniaturização do transistor, o rádio é um artigo pessoal do cotidiano.

Sendo tecnicamente simples de ser usado, o radio é bastante flexível e em geral funciona melhor numa situação imediata ao vivo. A reportagem de um correspondente internacional, um ouvinte falando ao telefone, o carro de reportagem nos subúrbios, a cobertura de uma partida de futebol, enfim, são todos exemplos do caráter imediato do radio.

Enquanto o jornal ou a revista são recebidos do mesmo modo como foram produzidos, no radio não temos essa garantia automática. As transmissões em ondas curtas obviamente estão sujeitas a fading, que é um fenômeno de desvanecimento do sinal, e em algumas ocasiões, este fading – como é o termo em inglês – pode ser bem acentuado e também, podemos enfrentar interferências no canal sintonizado.

Também nas ondas medias, em especial a noite, quando o Sol não está presente e as condições de propagação ionosférica favorece o transporte dos sinais a longa distancia, podem sofrer a intrusão de outras emissoras.

No radio ,é provável que a qualidade do som recebido seja bem diferente, em sua dinâmica ou amplitude de freqüência, do que é cuidadosamente produzido em estúdio.

Mesmo a faixa de FM, que é instável, esta sujeita a uma serie de distorções, desde a flutuação causada por um avião até a interferência da ignição dos carros e de outros equipamentos elétricos.

A transmissão digital e a radiodifusão direta via satélite superam a maioria destes problemas, mas apresentam um custo mais elevado para o ouvinte.

Quando existem condições precárias de recepção, os programas precisam prender a atenção do ouvinte para que se possa manter uma audiência fiel.

E a participação dos ouvintes entusiastas deste meio de comunicação é muito importante para auxiliar as emissoras a desenvolver seus sistemas irradiantes, que são as antenas e transmissores utilizados para emitir os sinais que chegam ao seu receptor.

Por isso, é muito importante que se envie uma carta ou até um email para as emissoras, reportando como chega o sinal em sua casa, com que receptor e antena voce está ouvindo, se existem interferências de outras emissoras, e como está o fenômeno do desvanecimento do sinal, que provoca a flutuação na intensidade do sinal.

Neste programa semanal Nas Ondas Curtas da Guarujá Paulista, procuramos informar ao ouvinte não só as características técnicas da recepção de emissoras, mas também, divulgar aspectos culturais e históricos do radio.

Por hoje é só, e continue na sintonia, pois hoje teremos uma entrevista com um radioescuta e Dxista, que irá falar mais sobre a correspondência com as emissoras de radio, e o recebimento de cartões QSL.

DX Clube do Brasil

Posted in Radioescuta | Comments Off on Nas Ondas Curtas da Guarujá – O Papel do Rádio Analógico

Sol expele rajadas contra Terra mesmo em períodos de ‘calma’, diz estudo

O sol bombardeia a Terra com rajadas de partículas – o chamado vento solar – mesmo quando sua atividade parece estar em baixa, afirmaram cientistas do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR, na sigla em inglês) e da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

Segundo os cientistas, a conclusão vai de encontro à noção de que a atividade solar pode ser medida apenas pelas manchas em sua superfície – nos ciclos de aproximadamente 11 anos, os períodos em que a atividade solar parece mais “quieta” coincidem com a fase em que há menos manchas na superfície.

Vento Solar
Ventos em 1996 (esq) eram mais fracos do que os de 2008 (dir)

Até agora, essas manchas eram usadas para medir as mudanças de impacto do sol sobre a Terra durante esses ciclos de 11 anos.

Nas fases de maior atividade, o número de manchas aumenta. Neste período, o sol lança intensas chamas diariamente e tempestades geomagnéticas atingem a Terra frequentemente, derrubando satélites e interrompendo redes de comunicações.

“O sol continua a nos surpreender”, disse a líder da pesquisa Sarah Gibson, do Observatório de Alta Altitude do NCAR. “O vento solar pode atingir a Terra como uma mangueira de fogo, mesmo quando não há praticamente nenhuma mancha em sua superfície.”

O estudo, financiado pela Nasa e pela Fundação Nacional da Ciência, está sendo publicado nesta sexta-feira no Journal of Geophysical Research.

Manchas

Há séculos os cientistas se baseiam nas manchas solares – áreas de campos magnéticos concentrados que aparecem como manchas escuras na superfície solar – para determinar o ciclo de aproximadamente 11 anos.

Desta vez, Gibson e sua equipe se concentraram em outro processo pelo qual o sol libera energia, analisando rajadas de vento solar de alta velocidade, que carregam turbulentos campos magnéticos para fora do sistema solar.

Quando essas rajadas chegam perto da Terra, elas intensificam a energia no cinturão de radiação em torno do planeta. Isso aumenta a pressão no topo da atmosfera e pode afetar satélites de meteorologia, navegação e comunicação, em órbita nessa região, além de ameaçar os astronautas da Estação Espacial Internacional.

Os cientistas analisaram informações coletadas por instrumentos espaciais e baseados na Terra durante dois projetos, um em 1996 e outro em 2008. O ciclo solar estava em sua fase de atividade mínima durante os dois períodos.

No passado, cientistas acreditavam que essas rajadas de vento praticamente desapareciam nos períodos de quietude do sol, mas quando a equipe comparou o efeito do vento solar de agora com o de 1996, último período de calmaria do astro, concluiu que a Terra continuou sendo intensamente afetada no ano passado.

Apesar de o sol apresentar menos manchas em sua superfície do que em qualquer período de baixa dos últimos 75 anos, o efeito do astro sobre o cinturão de radiação em torno da Terra – medido pelos fluxos de elétrons – foi mais do que três vezes maior no ano passado do que em 1996.

Os cientistas também concluíram que, apesar de o Sol apresentar ainda menos manchas atualmente do que em seu período de calmaria de 1996, os ventos solares eram mais fracos 13 anos atrás.

Impacto

No momento de pico, o impacto acumulado das rajadas de vento durante um ano pode injetar tanta energia na Terra como as erupções maciças da superfície solar durante um ano no período de alta atividade do sol, afirma a co-autora do estudo Janet Kozyra, da Universidade de Michigan.

Segundo Gibson, as observações deste ano mostram que os ventos parecem finalmente ter diminuído, quase dois anos depois de as manchas terem chegado ao mínimo deste último ciclo.

Os cientistas, no entanto, afirmam que são necessários mais estudos para entender os impactos dessas rajadas de vento sobre o planeta. Para Gibson, o fato de que o sol continua afetando intensamente as atividades magnéticas na Terra nestes períodos de calma pode ter implicações para satélites e outros sistemas tecnológicos.

“Isso deve manter os cientistas ocupados tentando juntar todas as peças”, afirma ela.

Posted in Telecomunicações | Comments Off on Sol expele rajadas contra Terra mesmo em períodos de ‘calma’, diz estudo

Bons hábitos vêm de berço !

A radioescuta, especialmente a sintonia de emissoras regionais e internacionais, além de proporcionar acesso a cultura e informação, estimula o conhecimento de questões naturais, como o funcionamento do nosso planeta, sua interação com o Sol em particular, pois são fatores determinantes na propagação das ondas de rádio.

Os sinais de radio frequência emitidos por transmissores de rádio, em particular de radiodifusão, conseguem alcançar longas distâncias dependendo das condições das camadas altas da atmosfera, do comportamento do Sol, da estação do ano, da hora do dia, enfim, um somatório de fatores que através da observação destes fenômenos, podemos compreender alguns fundamentos das ondas de rádio.

E é de berço que se adquire os bons hábitos !

Arthur Campos - iniciando na prática da radioescuta
Rei Arthur iniciando na prática da radioescuta, sintonizando emissoras brasileiras e estrangeiras em Penedo, Itaiaia

A sintonia das emissoras se iniciou no fim da tarde com um rádio Tecsun PL-450 digital, e uma antena de fio de 4 metros esticada nas árvores, terminando tarde da noite.

Além de emissoras regionais brasileiras, foram ouvidas muitas emissoras internacionais e regionais de outros paises, como destaque para a Colombia, Radio Marfil Estéreo, em ondas tropicais.

E como não poderia deixar de ser, durante a sessão de radioescuta e DX, tivemos a companhia bem diversificada, além de maritacas, morcegos, corujas, insetos os mais variados possíveis, nos acompanhou uma perereca, que pareceu estar curiosa ouvindo os sons gerados pelo rádio.

Perereca - Penedo, Itatiaia durante prática da radioescuta e DX
Perereca atenta a atividade da radioescuta em seu habitat natural

Posted in Radioescuta | Comments Off on Bons hábitos vêm de berço !

O que se anda ouvindo em Ondas Tropicais pelo Mundo – Por Adalberto Marques de Azevedo

Publicado na Lista Radioescutas@ http://www.radioescutas.com

Caros amigos,

Eis os mais recentes LOGs de Ondas Tropicais que ocorreram pelas listas mundiais…

2325.00 1725-1745 AUS 23.12 VL8T, Tennant Creek, NT English talk, song and conversation 25232 heard // weaker 2310, but not on 2485 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

2485 1855-1905 AUS 25.12 VL8K, Katherine, NT English discussion 25332. Only weak carriers noted on 2310 and 2325 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

2850.03 2320-2330 KRE 24.12 KCBS, Pyongyang Korean opera 25232 not // 4405 (AINDF) AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

N3145 0405-0415 USA 25.12 WWRB, Mancester, TN English religious talks with American accent. New schedule // 5745 (35333), ex 5050 25232, not // 3185 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

UNITED STATES, Tennessee WWRB 3185 0555 English 333 Dec 21 OM talking before an audience which claps often. Tis the Overcomer program ID 0559. MacKenzie-CA. – Stewart MacKenzie, WDX6AA – Huntington Beach, California, USA – Rcvrs: Kenwood R5000 and Grundig Satellit 650 (Via BCL News)

UNITED STATES, Tennessee WWCR-1 3215 0552 English 333 Dec 21 YL and OM with a comedy program. Audience laughs often. MacKenzie-CA. – Stewart MacKenzie, WDX6AA – Huntington Beach, California, USA – Rcvrs: Kenwood R5000 and Grundig Satellit 650 (Via BCL News)

3250 Honduras, Radio Luz y Vida, San Luis, Christmas music with marimba band 2321 on 20 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

3250.05 2310-2320 KRE 24.12 Voice of Korea, Pyongyang Japanese talk by man and woman 24232 Utility QRM AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

3279.84 Ecuador, La Voz del Napo, Tena 1055 with music good signal, 22 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

3310 25/12 0023 BOLÍVIA, Rádio Mosoj Chaski, Cochabamba, música natalina em estilo andino, px em quechua, 25432 – Samuel Cássio Martins – São Carlos SP – JRC 525 , longwire 15 metros (Via lista Radioescutas)

SOUTH AFRICA: 3320.0 SABC 0340 with pop. Fair. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

COSTA RICA: 3350.0 R Exterior Espana 0350. Discusion by men. Very good. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

3329.53 Peru, Ondas del Huallaga, Huánuco 1040 to 1100 with OA music, om dj best signal on 21 December, strong carriers all other days this week with CHU notched. Also noted 2315 to 2345 on 22 December. 0050 several other days. [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

3364.95 24/12 2350 BRASIL, Rádio Cultura, Araraquara-SP, musica natalina, 45444 – Samuel Cássio Martins – São Carlos SP – JRC 525 , longwire 15 metros (Via lista Radioescutas)

IRLAND: 3413.0U Shannon Volmet 0355 with weather. Very good. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

USA: 3485.0U Gander Radio 0355 with weather. Fair. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

3905 R.Mistletoe, EUROPirates – site?, 2319-…, 25 Dec, [Amer. accented] English, music, suggested contacts via the e-addr. radiomistletoe-at-live.com, , webpage www.mistletoeradio.com, but says nothing about freq.(s), let alone place…, songs; 35332. – Carlos Gonçalves, PORTUGAL.(Via lista Radioescutas)


3915
BBC, Kranji relay, SINGAPORE 2316-…, 25 Dec, WS in English to SEAsia, news, World Sport prgr at 2320, news headlines at 2330; 55433, but gradually deteriorating; the best in this is that it was free of the usual adj. uty. QRM. – Carlos Gonçalves, PORTUGAL.(Via lista Radioescutas)

IRAN: 3945.0 VOIRI 0405 News. A lot of talk about Iraq in Arabic. Fair. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

CROATIA: 3985.0 Hrvatski Radio 0410 in VV with talk about Croatia. Very good. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)


4409.8
Bolivia, Radio Eco, Reyes 2310 to 0000 every day for last week [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

4450.00 1200-1215 CLA 23.12 AINDF, via KCBS, Pyongyang, North Korea Korean talk by man and woman 25312 heard // weaker carriers on 3480.01 and 4557 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

4451.2 Bolivia, Radio Santa Ana, Santa Ana de Yacuma 1020 and 2330 each day being received well [Wilkner]

– Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)


4746.9
, Radio Huanta 2000, Huanta, 2337-2348, 24-12, locutor, locutora, comentarios, anuncios. 14321. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)


4746.93
2315-2325 PRU 20.12 R Huanta 2000, Huanta Spanish conversation and music 25332 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

4746.95 2250-2300 PRU 25.12 R Huanta 2000, Huanta Spanish talk 15111 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

Indonesia, 4749.94, RRI Makassar, 0948-1000, Noted a male in comments between musical selections. Signal is just now beginning to fade in although the carrier has been audible for a good half hour or more. On the hour a female comments in Indonesian while presenting more music. (Chuck Bolland, December 25, 2009) – Watkins Johnson HF1000 – 26.27N 081.05W (Via HCDX)

4750 1505-1515 CHN 23.12 Qinghai PBS, Xining Chinese talk, probably news, not // Voice of China on 4800 and 5030 35323 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

DJIBOUTI: 4780.0 R Djibouti 0415 in VV with afropop.Fair. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

4780.02 0445-0459* CLA 25.12 Voice of Iranian Kurdistan, via Salah Al-Din , Iraq Farsi talk, jammed 32432 QRM R Djibouti AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA


4789.95
0540-0550 PRU 20.12 R Visión, Chiclayo Spanish ann, hymns, shouting 23232 CODAR QRM AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

4789.97 0455-0505 PRU 25.12 R Visión, Chiclayo Spanish preacher shouting and singing without music 25232 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

PERU: 4790.0 R Vision 0420 with a lot of “Haleluja”. Fair – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

4790.1, Radio Visión, Chiclayo, 0613-0850, 25-12, locutor, comentario religioso, canciones. “En el nombre de Jesús, Gloria a Dios”, “La Voz de la Salvación”, “El pastor Córdoba”. 24322. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

4790,12 Radio Visión, PERU Chiclayo, 0045-0047, December 26, Spanish, religious programme “…de la Iglesia Universal del Reino de Dios…”, 24432 (Arnaldo Slaen, Argentina – Via HCDX)

Bolivia, 4796.42, Radio Lipez Uyuni, 0926-1100, At 0926 noted just a carrier here. Noted a slight trace of audio by 1008 however with a male in SP comments. The audio disappeared as quickly as it had appeared by 1013. (Chuck Bolland,

December 25, 2009) – Watkins Johnson HF1000 – 26.27N 081.05W (Via HCDX)

4800 Mexico, XERTA 1055 – 1100. musica romantic with strong signal 22 December, 0945 pop music with full ID. call letters by om, 22 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

4800, XERTA, Radio Transcontinental de América, México D. F., 0846-0910, 25-12, locutor, comentario religioso en Español. Señal muy débil. 15321. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

4845.00 0550-0625 MTN 20.12 R Mauritanie, Nouakchott Arabic ann, Qur’an recitations 45434 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

4885, Radio Clube do Pará, Belém, 0721-0845, 25-12, “Programa especial Nadal Clube”, locutor, canciones brasileñas. 34433. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

4910 1520-1730 IND 24.12 AIR Jaipur Hindi and English reports from the Fourth T20/ODI cricket match India-Sri Lanka in Kolkata with jingles 25242 heard // 5010 and 5040 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

BOTSWANA: 4930 VOA via Moepeng Hill 0425 with “News for Africa” in EE. Fair. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)

4935, Radio Capixaba, Vitoria, 0550-0640, 25-12, locutor, portugués, comentario religioso, predicaciones. 24322. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

4940 2255-2340 CHN 24+25.12 Voice of Taiwan Strait, Fuzhou Chinese talk 15121 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

4940 2335-2345 CHN 20.12 Voice of Taiwan Strait, Fuzhou Chinese talk 25232 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

4955 Radio Cultural Amauta, PERU Huanta, 0025-0029, December 26, Spanish, educative programme by male & female, 24442 (Arnaldo Slaen, Argentina – Via HCDX)

4955 25/12 0016 PERU, Rádio Cultural Amauta, Huanta, YL ” Feliz Navidad y muchas bendiones” depois do programa ” La Biblia dice “, 25332 – Samuel Cássio Martins – São Carlos SP – JRC 525 , longwire 15 metros (Via lista Radioescutas)

4955.00 2350-2400 PRU 21.12 R Cultural Amauta, Huanta Spanish conversation 25232 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

4985 Brasil, Radio Brasil Central, Goainia 2320 to 0000 with mix of PT and English music including Harry Nilsson – Everybody’s Talkin’ (1969) http://www.youtube.com/watch?v=2AzEY6ZqkuE and Minnie Riperton …….. “Lovin’ you is easy cause you’re beautiful…… ” Blasting in with excellent signal 20 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

4985, Radio Brasil Central, Goiania, 0706-0820, 25-12, “Programa especial Nadal Na Beira da Mata, com Carlos Veloso” “Na Beira da Mata, feliz Nadal”, “Na Beira da Mata, último programa do ano 2009”, comentarios y canciones brasileñas. 35433. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

4985 0610-0620 B 20.12 R Brasil Central, Goiânia, GO Portuguese ann, ID and Brazilian pop songs 34433 CWQRM AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

SURINAM: 4990 R Apintie (t) 0430 with pop and talk in VV. Poor. – Claes Olsson – Port Charlotte – Receiver: ICOM IC-R71E and a 60 meter outside antenna (Via Cumbre DX)


4990
Suriname, Radio Apintie, Paramaribo 0950 to 1000 om in Dutch, music mix, “Apintie” on hour by om, 23 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

GUINEA ECUATORIAL, 5005, Radio Nacional, Bata, 2140-2215, 24-12, locutora, anuncios, canciones africanas. A las 2200 noticias por locutor. 35433. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

INDIA, 5010, AIR Thiruvananthapuram, 1733-1746, 24-12, noticias en inglés, luego comentarios en vernaculo, locutor, locutora. 34433. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

Solomon Islands, 5020, SIBC, 1015-1030 Noted a female in comments from 1015, although I couldn’t detiremine the language she was using? It could have been English or Pidgin, not sure? At 1018 it seem like canned promos were being presented. Signal hasn’t improved by 1030. It’s threshold. (Chuck Bolland, December 25, 2009) – Watkins Johnson HF1000 – 26.27N 081.05W (Via HCDX)

CUBA, 5025, Radio Rebelde, 1005-1020, 25-10, noticias de Cuba, programa “Haciendo Radio”, locutor, corresponsales, identificación: “En Radio Rebelde seguimos haciendo radio”. 45444. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

5039.22 Peru, Radio Libertad Junin 1020 to 1110 fading out on 21 & 23 December. Weaker than normal here [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

5039.95 2300-2324* CHN 25.12 Fujian PBS, Fuzhou Chinese/Amoy talks, carrier off at 2324* as scheduled 15211 with deep fades AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

UNITED STATES, Tennessee WWCR-3 5070 0545 English 333 Dec 21 YL with comments and ID. Station went silent 0546. MacKenzie-CA. – Stewart MacKenzie, WDX6AA – Huntington Beach, California, USA – Rcvrs: Kenwood R5000 and Grundig Satellit 650 (Via BCL News)

5120.2, Radio Ondas del Suroriente, Quillabamba, 2246-2257, 24-12, canciones peruanas. Muy débil. 14321. Manuel Méndez (Via Cumbre DX)

5120.43 Peru, Ondas del Suroriente, Quillabamba 1107 fading on 21 December, 1100 on 22 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

5446.5 0525-0535 USA 25.12 AFRTS, Saddlebunch Keys, FL (USB) English male talk on motors, female promos 34243 CWQRM AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA

5460.11 Peru Radio Bolivar Cd. Bolivar 2320 noted with weak signal, om. fading, 20 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

5580.2 Bolivia Radio San José, San José de Chiquitos 2330, weak with music, on 25 December [Wilkner] – Prompano Beach, Florida – Drake R 8, Icom 746Pro DL, noise reducing antenna 60 meter band dipole (Via HCDX)

Guam, 5765, AFRTS, 1035-1045, Tune in to a call in show for a minute or two, then at 1036 CNN Radio News. AT 1040 back to the call in show. Signal was good. (Chuck Bolland, December 25, 2009) – Watkins Johnson HF1000 – 26.27N 081.05W (Via HCDX)

5770 0033-0040 BRM 23.12 Defence Forces BC, Taunggyi martial music with horn, Burmese ann and talk, native song 25232 AP-DNK – ANKER PETERSEN – DINAMARCA.

Um abraço a todos,

Adalberto Marques de Azevedo
Barbacena – MG – Brasil
Membro do DX Clube do Brasil
www.ondascurtas.com

Posted in DX | Comments Off on O que se anda ouvindo em Ondas Tropicais pelo Mundo – Por Adalberto Marques de Azevedo

Receptor Portátil Digital Tecsun PL450 – Uma maravilha que cabe no bolso !

Receptor Tecsun PL-450

A Tecsun é uma empresa da China que projeta e fabrica receptores de rádio e que tem se investido muito na qualidade de seus projetos e no controle de qualidade da produção.

A Tecsun que até então fabricava rádios projetados pela Grundig e pela bandeira da Éton, como o Grundig Satellit 800, também desenvolve também seus próprios produtos, e além disso, a própria Grundig agora revende alguns modelos com sua marca, como é o caso do Tecsun S2000 ou Grundig Satellit 750.

Adquiri esse modelo visando principalmente praticidade, pois seu tamanho reduzido facilita o transporte e além do que é muito discreto, pode ser utilizado em qualquer lugar.

E em uma curta viagem de feriado prolongado, tive a oportunidade de testar na prática todos os seus atributos, e os resultados me surpreenderam.

Obviamente, não é um receptor projetado especificamente para a prática do DX, porém, com algum cuidado, podemos realizar ótimas captações.

Um dos cuidados principais, é quanto ao uso de uma antena externa. Por antena externa, estende-se um fio esticado e conectado a base da antena telescópica original, através de uma garra do tipo “jacaré”.

Para testar de forma prática a sua capacidade de não sobrecarregar sem circuito de entrada, utilizei duas antenas, uma de 7 metros e outra de 4 metros.

Somente com a antena telescópica, sinais de emissoras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, nas faixas de 60, 49, 31 e 25 metros, eram muito bem recebidos, assim como as transmissões da Rádio Difusão Portuguesa Internacional, e Rádio Exterior da Espanha.

Ou seja, para captar transmissões de sinais regulares, apenas a antena telescópica é suficiente, e até dentro de casa, a qualidade da recepção é excelente.

Ao se acoplar a antena mais longa, observa-se a criação de imagens internamente no receptor, o que é o resultado, da sobrecarga de sinal o que faz com que o próprio rádio, crie sinais espúrios em múltiplos de 455 kHz, que é uma das suas frequências intermediárias.

Porém, ao se utilizar a antena mais curta, esse sintoma fica praticamente imperceptivel, porém, fornece ao rádio a capacidade de receber sinais muito distantes, que a antena telescópica não é captaz de captar.

Como exemplo, cito a recepção da Radio Marfil Estereo, da Colombia em 49 metros, frequência de 5910 kHz, que somente com a antena telescópica, não havia sinal legível, porém, com o fio de 4 metros esticado, foi possível copiar o sinal de forma bem satisfatória.

Outro ponto forte do rádio, além da sensibilidade, é a possibilidade de se escolher filtro largo ou filtro estreito, de forma a poder diminuir a interferência de emissoras adjacentes. A largura dos filtros é excelente, garantindo ótimo áudio no filtro largo, e som de boa qualidade no filtro estreito.

Em Ondas Médias, o filtro estreito permite a recepção de emissoras 10 kHz acima ou abaixo das emissoras locais com relativa facilidade. Com a ajuda do posicionamento do rádio para diminuir o sinal da emissora local, é possível ouvir emissoras ao lado da Rádio Globo e da Rádio Tupi por exemplo, que tem 100 Kwatts de potência cada.

Este recurso é raramente encontrado em receptores portáteis, normalmente para se baretar o custo, utiliza-se um filtro de áudio para diminuir o “apito” caracterísitico de interferência de emissora próxima.

Nesta faixa, pode-se ouvir com facilidade emissoras de outros estados próximos, com boa qualidade de áudio, e não observei o aparecimento de imagens geradas por sobrecarga das emissoras locais. Assim, torna-se relativamente fácil ouvir emissoras como a Rádio Bandeirantes e 9 de Julho de São Paulo, Inconfidência de Minas Gerais, que estão aproximadamente 450 km distantes do Rio de Janeiro.

A qualidade do som produzido pelo alto falante de pequeno tamanho é excepcional, além da qualidade da construção e dos materiais utilizados no botão de sintonia, e no teclado.

Enfim, um rádio para se ouvir emissoras em Ondas Curtas em qualquer lugar, dentro ou fora de casa apenas com sua antena telescópica, ou se preferir melhorar a qualidade da recepção, pode-se utilizar um fio esticado de 3 a 4 metros, que lhe proporcionará ótimas captações de emissoras internacionais e regionais.

Específicações:

Faixa de cobertura:

  100 a  520kHz  - Ondas Longas - passo 1/9kHz
520 a 1720kHz  - Ondas Médias - passo 1/9/10kHz
1721 a 29999kHz - Ondas Curtas - passo 1/5kHz
76 a 108MHz Frequência Modulada- Passo 10/100kHz
Tecnologia:  Dupla Conversão, Digital, c/ microprocessador e 
controlado a PLL.
Memórias:  600 memórias não volátil (não apaga s/ pilhas)
Sistema de bancos de memória variável
100 memória são do sistema ATS (auto memória)
Alarme: Alarme programável
SLEEP: Função de auto desligamento do rádio programável de permanente a 480 minutos.

Dupla conversão:

 1aFI 455kHz - 2aFI 55.845kHz
Filtros:    Wide 7kHz/45dB
Narrow 5kHz/28dB
Dimensões:  141x87x28mm / 290g
Entradas/Saídas: Entrada p/ antena externa (FM e OC) P2 mono
Saída estéreo para Fone de ouvido
Entrada p/ alimentação externa
Controles e botões: Botão de Volume giratório
JogDial para ajustes da sintonia
Teclas de Up e Down
Atenuador com 3 posições L/M/H
Grave e agudo em FM e AM
Botão digital que alterna entre as bandas
Botão para scan da frequência ou das memórias
Teclado numérico
Botão para ajuste do filtro wide/narrow
Botão digital de trava
Botão digital de iluminação
Botão giratório de sintonia fina para FM
Visor Multifunção : Visor de Cristal Liquido com indicação digital:
Indicação numérica da Frequência
Indicação da Hora e do Alarme
Medidor de intensidade de sinal S-meter c/ 5 niveis
Indicador de Banda:FM, MW e das bandas em metros
Indicação do nível de carga das baterias
Indicação de ERROR no visor
Indicação dos ALARM
Indicação da função SLEEP
Indicação do canal de memória
Antenas: Telescópica giratória c/ 68cm (OC e FM )
Barra de ferrite interna (Ondas Médias)
Alto falante e volume: Som de ótima qualidade e volume alto
Seletividade: Excelente e perfeita
Sensibilidade: Excelente ( Recomendado para dxistas )
Alimentação: 3 pilhas pequenas AA comuns ou recarregáveis
Baixo consumo 300mA
Alimentação externa de 4,5VDC
Outros: Suporte STAND para deixar o rádio inclinado
Pézinho anti-derrapante de borracha
Alça para passar no punho
Sensibilidade: FM =   3μV   (S/N 30dB)
OM =   1mV/m (S/N 26dB)
OL = 1,2mV/m (S/N 26dB)
OC =  20μV   (S/N 26dB)
Recomendado: Ideal para quem quer um receptor portátil completo para a prática da RADIOESCUTA e DXISMO

Caso exista real interesse em adquirir este receptor, favor entrar em contato através de sarmento.campos@sarmento.eng.br

Mais informações sobre o rádio : http://www.amantesdoradio.com.br/loja/pl450/index.htm

Posted in Radioescuta, Receptores | 1 Comment

O SOL e o Clima na Terra – Aquecimento Global ou Mini Era Glacial ?

Ciclo Solar – 2 anos de baixa atividade

Os ciclos solares são os declínios e fluxos da atividade magnética do Sol ao longo de um período de aproximadamente 11 anos, que afeta a formação de características solares como as proeminências e as manchas solares. Estas últimas são áreas mais frias e tênues da superfície do Sol.

Desde 2007 o Sol está anormalmente quieto, com pouca ou quase nenhuma atividade eletromagnética. No entanto, nos últimos meses pequenas manchas, ou proto-manchas, parecem surgir com maior freqüência no disco solar e enormes correntes de plasma na superfície estão ganhando intensidade. Emissões eletromagnéticas, apesar de fracas, também já estão sendo detectadas pelos radiotelescópios.

No entender de alguns pesquisadores esses sinais são uma clara evidência de que o Sol está acordando e dão maior sustentação às previsões, que agora são quase unânimes entre os cientistas.

A tempestade geomagnética mais intensa que se tem registro foi denominada Evento Carrington e ocorreu entre agosto e setembro de 1859. A intensa tormenta foi testemunhada pelo astrônomo britânico Richard Carrington, que observou o fenômeno através da projeção da imagem do sol em uma tela branca. Na ocasião, a atividade geomagnética disparou uma série de explosões nas linhas telegráficas, eletrocutando técnicos e incendiando os papéis das mensagens em código Morse.

Relatos informam que as auroras boreais foram vistas até nas latitudes médias ao sul de Cuba e Havaí. Nas Montanhas Rochosas, no oeste da América do Norte, as auroras eram tão brilhantes que acordavam os camponeses antes da hora, que pensavam estar amanhecendo. As melhores estimativas mostram que o Evento Carrington foi 50% mais intenso que a super tempestade de maio de 1921.

Mínimo de Maunder

O mínimo mais longo da história, o Mínimo de Maunder, ocorreu entre 1645 e 1715 e durou incríveis 70 anos. Manchas solares eram extremamente raras e o ciclo solar de 11 anos parecia ter se rompido. Esse período de silêncio coincidiu com a “pequena Era do Gelo” uma série de invernos implacáveis que atingiu o hemisfério Norte.

O chamado Mínimo de Maunder foi descoberto em 1893 pelo astrônomo britânico Edward W. Maunder entre a pequena quantidade de manchas solares e a ocorrência da pequena idade do gelo, quando houve uma generalizada diminuição da temperatura média no hemisfério norte e talvez de toda a Terra.

Mínimo de Maunder - Ciclo Solar e Mini Era Glacial
Ciclo Solar e Mini Era Glacial

Este esfriamento global, que durou cerca de 70 anos, ocorreu entre 1645 e 1715, foi muito significativo e notado na Europa, quando houve um avanço da capa de gelo ártica e ocorreram invernos muito rigorosos, registrada na literatura e em muitas pinturas, que mostram, por exemplo, o rio Tâmisa congelado nos arredores de Londres.

Por razões ainda não compreendidas, o ciclo de manchas solares se normalizou no século 18, voltando ao período de 11 anos. Como os cientistas ainda não compreendem o que disparou o Mínimo de Maunder e como pode ter influenciado o clima na Terra, a busca por sinais de que possa ocorrer de novo é um trabalho constante nas pesquisas.

A superfície do Sol tem estado relativamente limpa nos últimos dois anos, e isso preocupa vários cientistas que afirmam possa ter entrado noutro Mínimo Maunder, uma abstinência de manchas solares que durou 50 anos e que alguns ligaram à Pequena Idade do Gelo do século XVII.

Nova Mini Era Glacial ?

Pode ser esse fenômeno solar uma indicação de novo período intenso de frio, em particular no hemisfério norte ?

Não é muito provável, diz David Hathaway, físico solar do Centro Aerospacial Marshall da NASA em Huntsville, Alaska, EUA.

A questão foi levantada após uma conferência internacional que ocorreu na Universidade Estatal de Montana, onde cientistas discutiram a escassez de atividade solar no último par de anos.

“Continua morto,” diz Saku Tsuneta do Observatório Nacional Astronômico do Japão e gestor do programa da missão solar Hinode. “É uma pequena preocupação, uma preocupação muito pequena,” porque o período de inatividade parece durar mais tempo que o normal. Alguns cientistas pensam que tais períodos de inatividade, tal como o Mínimo Maunder, são responsáveis por épocas frias no passado, tais como a Pequena Idade do Gelo.

A energia do Sol conduz todo o clima e meteorologia na Terra. E Hathaway concorda que existem boas indicações que as flutuações no rendimento solar relacionadas com os ciclos das manchas solares influenciam o clima da Terra. E o Mínimo Maunder não é a única prova – os cientistas ligaram dois mínimos solares mais pequenos (períodos de tempo com muito poucas manchas solares) no princípio do século XIX a climas frios, bem como a períodos anteriores ao Mínimo Maunder deduzidos de registros anulares de árvores, afirma.

Mas o Sol não é a única coisa que influencia o nosso clima: erupções vulcânicas, fenômenos a larga-escala como o El Niño, e, mais recentemente, a acumulação de gases de estufa na atmosfera também afectam o clima global.

Aquecimento Global e o Ciclo Solar

Antes da revolução industrial, o Sol provavelmente correspondia a entre 10 e 30 por cento da variabilidade climática, disse Hathaway, mas agora que os gases do efeito de estufa começaram a acumular-se, “a contribuição do Sol está ficando cada vez menor,” acrescenta.

O último ciclo solar, que atingiu o seu máximo em 2001, foi particularmente intenso, com um aumento de tempestades solares entre 2000 e 2002. Tal intensa atividade no pico do ciclo solar tende a levar a uma menor atividade no fim do ciclo.

Sinais do atual e novo ciclo solar (que na realidade se sobrepõe ao último ciclo) começaram a aparecer em Novembro de 2006, e as suas primeiras manchas foram observadas em Janeiro deste ano, e outra vez em Abril, disse Hathaway. Este fato só por si já exclui um novo Mínimo Maunder, afirma Hathaway, dado que este ciclo solar já começou a produzir manchas, mesmo que em pouco número.

Este ciclo apenas “começou lentamente,” afirma Hathaway.

Os últimos três ciclos solares foram também o que Hathaway chama de “grandes ciclos,” que significa que tiveram mais que o número médio de manchas solares (a média situa-se entre as 110 e 120 manchas solares num dado dia durante o máximo do ciclo). Não é invulgar que tal enchente de ciclos prolíficos seja seguida por ciclos solares mais “silenciosos” (tal como o ciclo que antecedeu os últimos três grandes ciclos).

Hathaway diz que os físicos solares estão divididos no que respeita às suas previsões do novo ciclo solar – uns dizem que irá ser pequeno, outros dizem que será outro ciclo forte. As previsões variam entre um máximo de 75 e 150 manchas durante o pico. “Existem na realidade dois campos,” disse Hathaway. Qualquer que seja o número, este “não será zero,” acrescenta.

O porquê de o Sol ser tão inconstante na sua produção de manchas solares é ainda incerto. “Ainda não compreendemos totalmente como é que o Sol faz isto,” nota Hathaway.

Os cientistas, mesmo assim, sabem que dois processos no Sol influenciam a atividade das manchas solares. O primeiro é a força da região que situa na base da zona de convecção do Sol, a cerca de 30% do interior do Sol.

Esta zona pode esticar os campos magnéticos do Sol, que depois afetam a força do ciclo solar, e por isso o número de manchas solares. O segundo processo, chamado de circulação meridional, descreve o fluxo de material estelar a partir do equador para os pólos e novamente para o equador, que pode também influenciar a força do ciclo.

Mais para o fim do último ciclo solar, por exemplo, “o fluxo pareceu diminuir bastante,” enfraquecendo o ciclo e reduzindo o número de manchas, afirma Hathaway. “Foi o fluxo mais lento que já observamos,” acrescenta.

Por isso, com base em quase 400 anos de registros de manchas solares que os cientistas têm este começo lento não é invulgar. “Está apenas a levar o seu tempo,” disse Hathaway. A sua previsão pessoal é que a atividade solar começará a acelerar nos próximos meses. “Continuo a observar todos os dias,” diz.

Embora exista um debate sobre como e se o Mínimo Maunder provocou na realidade a Pequena Idade do Gelo, os cientistas propuseram algumas hipóteses de como a poderá ter desencadeado.

Uma idéia deriva do fato do Sol emitir muito mais radiação ultravioleta quando está coberto por manchas solares, o que pode afetar a química da atmosfera da Terra. A outra é que quando o Sol está ativo, produz campos magnéticos entrelaçados que bloqueiam os raios cósmicos. Alguns cientistas propuseram que a falta de manchas solares significa que estes raios cósmicos estão a bombardear a Terra e a criar nuvens, que podem arrefecer a superfície da Terra.

Mas estas idéias não foram ainda provadas, e de qualquer modo, a contribuição do Sol é pequena quando comparada com os vulcões, com o El Niño e o efeito de estufa, salienta Hathaway.

Mesmo que houvesse outro Mínimo Maunder, sofreríamos os efeitos dos gases de estufa e o clima da Terra permaneceria quente. “Não os sobrepõe de modo nenhum,” diz Hathaway.

Ciclo de Milankovich e Era Glacial

O ciclo de Milankovich é denominado em função dos ciclos da órbita terrestre que influenciam a quantidade de radiação solar que atinge diferentes partes da Terra em diferentes épocas do ano. Assim foi chamado depois que um matemático sérvio, de nome Milutin Milankovitch, explicou como esses ciclos orbitais causam o avanço e retração das calotas polares. Embora o ciclo tenha esse nome, ele não foi o primeiro a fazer a conexão entre o ciclo orbital e o clima. Adhemar (1852) e Croll (1875) foram os dois primeiros.

O matemático sérvio Milankovitch estava intrigado com o quebra-cabeça da mudança de clima, e em 1930 apresentou uma teoria de poderia explicar.

Milankovitch estudou os registros de clima, notando diferenças ao longo do tempo. Ele teorizou que a mudança global no clima era trazido a efeito através de mudanças regulares no eixo da Terra, na inclinação, e órbita, que alteraria a relação entre o planeta e o Sol, disparando as eras glaciais.

A Terra não rotaciona perfeitamente que nem uma roda em seu eixo; ela gira que nem um pião.

A cada 22000 anos, Milankovitch calculou que existe uma tênue mudança em seu balançar.

A cada 100000 anos, existe uma mudança na órbita da Terra em relação ao Sol. Sua órbita quase circular se torna mais elíptica, levando a Terra mais longe do Sol.

E finalmente, Milankovitch descobriu que a cada 41000 anos existe uma mudança de inclinação no eixo do planeta, movendo tanto para o hemisfério norte como sul, mais distante do Sol.

Estes ciclos significam que em certos períodos de tempo existe menos brilho do sol atingindo a Terra, assim levando a um menor derretimento do gelo e da neve. Ao invés de derreter, essas expansões frias de água congelada crescem.

A neve e gelo duram mais tempo, e ao longo de muitas estações, começam a se acumular. A neve reflete alguma luz solar de volta ao espaço, o que acaba contribuindo ao esfriamento.

Temperaturas caem, e as geleiras começam a avançar.

Ciclo de Milankovitch
Ciclo de Milankovitch

Milankovitch calculou a energia solar recebida durante o verão na posição 65°N para os últimos 600000 anos (também fez o mesmo para a latitude 55° e 60°, mas não são exibidos aqui). As linhas sólidas mostram a insolação relativa ao presente. O valor de 70 por exemplo, mostra que no tempo passado, a insolação no verão em 65° é a mesma que foi recebida em 70° hoje e, entretanto, mais fria que o presente. Um valor menor que 65° representa condições mais quentes que o presente. Na época que Milankovitch fez esse trabalho, geralmente assumia-se que quatro glaciações ocorreram nos Alpes durante o Pleioceno, nomeados de Gunz, Mindel, Riss e Wurn. A linha pontilhada representa Koppen e a estimativa esquematizada por Milankovitch destas glaciações e seus intervalos. Glaciologistas desde então tem determinado que muito mais que quatro eras glaciais ocorreram e que o período Pleioceno é de um a dois milhões de idade, e não 600000.

Conheça mais sobre a teoria de Milankovitch (formato PDF em inglês original, conforme disponível na Internet).

PDF Format


Como o ciclo de Milankovitch afeta o clima na Terra

Milutin Milankovitch :

http://earthobservatory.nasa.gov/Features/Milankovitch/

Posted in Telecomunicações | Comments Off on O SOL e o Clima na Terra – Aquecimento Global ou Mini Era Glacial ?

2012 – O Próximo Máximo Solar ?

Ainda não é consenso entre os cientistas que estudam os fenômenos solares, a respeito de que posição exata se encontra o ciclo solar. O ciclo solar é definido essencialmente pelo aparecimento de manchas solares, que são fenômenos que geram grande quantidade de radiação eletromagnética na superfície do Sol, e que acontece regularmente, em um ciclo aproximado de 11 anos.

O máximo solar é quando se atinge o número máximo de manchas solares, e o mínimo solar, é o período onde ocorrem o menor número dessas manchas.

Diversos países estudam o Sol, investindo muito em pesquisa, desenvolvimento de tecnologias para avaliar em tempo real diversas métricas, como vento solar, intensidade de suas emissões de rádio, como Raio-X, análise de espectro visível e de infra-vermelho, e uma infinidade de tecnologias e sensores são instalados ao redor da Terra e até no espaço, para monitorar a atividade solar.

Como pode se observar no gráfico abaixo, que representa o atual ciclo solar de número 24, sua transição para o próximo ciclo ainda é tema de controvérsia, pois a definição sobre o minimo solar normalmente é definida em consenso.

Projeção do Ciclo Solar
Projeção do Máximo Solar para o ano de 2012

Recententemente, a NOAA, instituto de pesquisa da Marinha americana, publicou que se chegou a um consenso em Maio de 2009. A decisão sobre a previsão do próximo solar, foi de que o mínimo solar ocorreu em dezembro de 2008. Este decisão é reportada ainda como previsão, pois o número de manchas solares projetado através dos gráficos, é válido através do mês de setembro de 2008. O painel também decidiu que o próximo ciclo solar deverá de intensidade menor do que a média, com o número máximo de manchas solares de 90. Dado a data prevista do mínimo solar e a previsão da intensidade máxima, o máximo solar agora é esperado que ocorra em Maio de 2013.

Repare que a decisão publicada se refere a um consenso, não se trata de uma decisão unânime. A maioria dos participantes do painel de discussão concordou com esta previsão.

Em função deste consenso, o gráfico a seguir projeta o próximo ciclo solar, e seu máximo ocorrendo em 2013.

Projeção do Ciclo Solar
Projeção do Máximo Solar para o ano de 2013 conforme último consenso entre cientistas

O fato é que este ciclo solar está muito atípico, tendo sido verificado no ciclo anterior, um comportamento anormal do Sol, no que diz respeito a sua intensa atividade, o oposto do que está acontecendo com o ciclo atual.

Projeção do Ciclo Solar
Comparação do ciclo solar 23 e o atual – Projetado em dezembro de 2009

  • Previsão Consensual do Ciclo Solar (.PPT) – Douglas Biesecker, NOAA, SEC
  • Aspectos Econômicos e Sociais da Meteorologia Espacial (.PPT) – Daniel Baker, LASP/Universidade do Colorado
  • Por que a Nasa Precisa da Previsão do Ciclo Solar (.PPT) – W. Dean Pesnell, NASA GSFC
  • Fonte : NOAA

    http://www.swpc.noaa.gov/SolarCycle/SC24/index.html

    Posted in Telecomunicações | Comments Off on 2012 – O Próximo Máximo Solar ?